O XENOFÓBICO LULA ATACOU OS BARRIGAS  VERDES APÓS COMÍCIO FLOPAR EM ITAJAÍ?

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A visita do presidente Lula da Silva a Itajaí na última sexta-feira (26), deveria servir para anunciar investimentos e fortalecer o diálogo com Santa Catarina. Em vez disso, o evento acabou marcado por um discurso polêmico, comparações com Adolf Hitler e declarações que provocaram forte reação política no Estado.

Ao afirmar que os catarinenses não poderiam permitir que “prevalecesse o racismo” e mencionar uma suposta “hegemonia branca”, Lula vinculou sua crítica ao debate sobre cotas raciais e ao governador Jorginho Mello. A fala, porém, foi interpretada por diversos setores como uma generalização injusta sobre a população catarinense e por muitos como xenofóbica.

Santa Catarina possui uma das economias mais dinâmicas do país, índices elevados de desenvolvimento humano e uma sociedade formada por pessoas das mais diversas origens. Reduzir um Estado inteiro a um discurso sobre supremacia racial acaba alimentando divisões em vez de promover o diálogo que se espera do chefe de Estado.

A comparação com Hitler também elevou a temperatura do debate político. Embora o presidente tenha utilizado o ditador nazista como referência para condenar a ideia de superioridade racial, a associação gerou forte repercussão e desviou completamente o foco da agenda oficial, pelo semblante agressivo e indícios de espuma na boca como um cão raivoso.

‘MELHOR QUE CATARINENSES’

Na mesma fala, Lula afirmou ter orgulho de ser nordestino, pernambucano, exaltando ter investido e feito mais por Santa Catarina do que os catarinenses que governaram o Estado. E se referiu ao governador Jorginho Mello, dizendo nem saber o nome dele.

A reação do governador Jorginho Mello anunciou medidas junto à Procuradoria-Geral da República e o episódio evidencia o desgaste provocado pelas declarações presidenciais.

O discurso mais uma vez ampliou a distância política entre Lula e o povo catarinense com mais uma fala grosseira e babaca.

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