*Debate na Band*
O primeiro debate entre os candidatos ao governo do Paraná será no dia 9 de agosto (domingo) às 20h na Band TV. A emissora convidou Sérgio Moro (PL), Sandro Alex (PSD), Rafael Greca (MDB) e Requião Filho (PDT) – os mais pontuados nas pesquisas eleitorais. Caso outro candidato seja oficializado até a data do debate e pertença a partido que cumpra o critério de representatividade, ele também poderá ser incluído. O debate deve durar duas horas, com três blocos e dois intervalos. Na abertura, cada candidato terá dois minutos para se apresentar. No primeiro bloco, será realizada uma rodada de confronto direto com tema livre. Cada participante poderá fazer uma pergunta e responder
*Mulheres vices*
Emília Belinati e Cida Borghetti foram as primeiras vice-governadoras e que assumiram o comando do Estado nos governos Jaime Lerner e Beto Richa. Nestas eleições de outubro, podemos ter mais. Maria Victória (PP) pode ser vice de Sérgio Moro (PL), Cristina Graeml (PSD) está cotada na vice de Sandro Alex (PSD) e Fernanda Richa (PSDB) pode ser vice de Rafael Greca (MDB).
*Vou ou não vou?*
Lula (PT) – líder das pesquisas – estuda não participar dos debates no primeiro turno das eleições presidenciais e comparecer nos debates de segundo turno, se houver. A mesma estratégia que pode ser usada por Sérgio Moro (PL) no Paraná.
*Candidatos*
Até agora, Foz do Iguaçu tem sete candidatos listados oficialmente pelos partidos para disputar as eleições proporcionais em 4 de outubro. Thiago Kodama (PP) e Faca na Bota (UB) a deputado federal. Anice Gazzaoui (PP), Deoclécio Duarte (UB), Paulo Mac Donald (PP), Fernando Duso (PV), Mazé Saad (PCdoB) – os cinco candidatos a deputado estadual.
*IA na mira*
A campanha de 2026 traz uma nova frente de disputa: o uso da inteligência artificial. O TRE-AL determinou a remoção de uma peça criada com IA que usava a personagem “vovó do sertão” para pedir votos ao ex-prefeito JHC (PSDB), entendendo que o conteúdo se enquadra como deepfake, prática vedada pela Justiça Eleitoral. O caso se soma à análise, no TSE, de perfis semelhantes, sinalizando que os tribunais começam a estabelecer os primeiros limites para o uso eleitoral de personagens e vídeos gerados por IA, mesmo quando identificados como conteúdo artificial ou apresentados como sátira.
*Racha no PSB*
No PSB, a troca de notas públicas entre Paulo Rossi e Luciano Ducci mostra que nem todas as disputas de 2026 serão travadas contra adversários externos. No caso do PSB, as divergências apontam para qual aliança que o partido pretende fazer: PSD e PT estão de olho neste butim.
*Em quinto*
Com 8.609.026 eleitores, o Paraná ultrapassou o Rio Grande do Sul e tornou-se, pela primeira vez, o quinto maior colégio eleitoral do Brasil. O dado fortalece o peso político do Estado nas negociações presidenciais e explica por que praticamente todos os pré-candidatos ao Planalto já intensificaram agendas em território paranaense. Mais votos significam mais atenção, mais investimentos de campanha e maior influência na formação de alianças nacionais.
*Em sétimo*
Com 206.944 eleitores, Foz do Iguaçu segue como o sétimo maior colégio eleitoral do Paraná e reforça seu peso nas eleições de 2026. O novo perfil divulgado pelo TRE-PR mostra que 54,23% do eleitorado é formado por mulheres (112.222 eleitoras) e que 119.146 eleitores, ou 58% do total, se declaram solteiros.
*Nova geração*
Ao lançar o movimento Congresso do Povo, o PT tenta responder a uma crítica recorrente: a dificuldade de renovar seus quadros. A aposta é colocar no centro da campanha candidatos com até 35 anos, ligados a mandatos locais e movimentos sociais, para disputar espaço com a nova geração da direita. No Paraná, as candidaturas de Ana Júlia, Bia Alcantara, Renato Freitas e Giorgia Prates podem representar essa nova geração.
*Tâmo junto*
O ato de apoio a Requião Filho (PDT) neste sábado, 25, reunindo PT, PV e PCdoB, representa a construção de um campo alternativo ao PSD de Ratinho Júnior e ao bloco conservador liderado por Sérgio Moro (PL). Requião Filho procurou o vice-presidente Geraldo Alckmin para garantir a entrada do PSB nesta aliança, com a possibilidade de indicar o candidato a vice, ampliando o tempo de rádio e TV, a estrutura de campanha e o alcance político da coligação.
*Modo campanha*
A convenção estadual do PSD, marcada para este sábado, 25, em Curitiba, vai muito além de uma formalidade partidária. O evento servirá para medir o tamanho da base construída por Ratinho Junior, testar a capacidade de mobilização do partido e consolidar o nome de Sandro Alex como herdeiro político do grupo. A expectativa é de uma demonstração de força, com prefeitos, deputados e lideranças de todas as regiões do Estado. Mais do que lançar candidaturas, o PSD quer passar a mensagem de que larga na disputa de 2026 com a maior estrutura política do Paraná.
*Agenda no interior*
Enquanto parte da oposição concentra esforços em Curitiba, Gleisi Hoffmann (PT) intensifica a aproximação com prefeitos e lideranças do interior. A estratégia é ampliar sua presença fora dos grandes centros, especialmente em municípios onde o governo federal tem obras, investimentos ou programas em andamento. O movimento também busca reduzir uma fragilidade histórica do PT no Paraná e fortalecer seu projeto ao Senado, transformando apoio institucional em capital eleitoral antes do início oficial da campanha.
