COM O FIM DAS CONVENÇÕES COMEÇA A NOVA FASE DA CAMPANHA ELEITORAL. SAIBA QUEM SÃO OS CANDIDATOS E O TEMPO DE PROPAGANDA NO RÁDIO E NA TV

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Partidos, federações e coligações têm até o próximo dia 15 de agosto para fazer o pedido de registro de candidatura para as Eleições 2026. O prazo para a realização das convenções partidárias terminou nesta quarta (5).
No dia 4 de outubro (1º turno), os eleitores vão às urnas para eleger deputados federais, deputados estaduais, senador (duas vagas), governador e vice-governador e presidente e vice-presidente da República. Eventual 2º turno ocorrerá em 25 de outubro.
O Paraná conta com oito candidatos ao Governo do Estado e nove candidatos ao Senado que foram escolhidos pelos partidos em suas convenções.
Na corrida pelo Palácio Iguaçu, sede do Governo do Paraná, os candidatos são:
• Adriano Teixeira (PCO)
• Alexandre Salomão (Mobiliza)
• Luiz França (Missão),
• Requião Filho (PDT),
• Samuel de Mattos (PSTU),
• Sandro Alex (PSD),
• Sergio Moro (PL) e
• Tayná Miessa (UP).

PSD, PP, União Brasil, PSDB, Republicanos, Avante, Cidadania e MDB

Governo: Sandro Alex (PSD)
Vice: Rafael Greca (MDB)
Senado: Alexandre Curi (Republicanos) e Cristina Graeml (PSD)

PL, Novo, Podemos e DC

Governo: Sergio Moro (PL)
Vice: Edson Vasconcelos (PL)
Senado: Deltan Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL)

PDT, PT, PV, PSOL, PCdoB, Rede, PRD e Solidariedade

Governo: Requião Filho (PDT)
Vice: Michele Caputo (Solidariedade)
Senado: Dr. Rosinha (PT) e Gleisi Hoffmann (PT)

Missão

Governo: Luiz França (Missão)
Vice: João Adolfo (Missão)
Senado: Karen Guerreiro (Missão)

PSTU
Governador: Samuel de Mattos (PSTU)
Vice: Helena Figueiredo (PSTU)

Unidade Popular (UP)

Governo: Tayná Miessa (UP)
Vice: Willian Araki (UP)
Senado: Joaquim Maciel (UP)

Os candidatos do PCO, PSTU, Unidade Popular (UP), Partido Missão e Mobiliza disputam a eleição em chapas isoladas, sem coligações; os demais possuem apoiamento de outras legendas ou concorrem por federações.

Para o Senado, onde o Paraná elegerá dois representantes neste ano, os candidatos definidos nas convenções são Alexandre Curi (Republicanos), Cristina Graeml (PSD), Deltan Dallagnol (Novo), Filipe Barros (PL), Dr. Rosinha (PT), Gleisi Hoffmann (PT), Karen Guerreiro (Missão), Joaquim Maciel (UP) e Alex Sandro (Mobiliza).

A propaganda eleitoral somente é permitida a partir de 16 de agosto do ano da eleição. A propaganda eleitoral na internet pode ser realizada em sites de candidatas e candidatos, partidos, federações e coligações, bem como em blogs, redes sociais, aplicativos de mensagens e outras plataformas digitais, observadas as regras previstas na legislação.

O horário eleitoral gratuito das eleições de 2026 dará tempos diferentes aos candidatos à Presidência da República, por exemplo, de acordo com o tamanho das bancadas dos partidos e federações na Câmara dos Deputados.

A distribuição do horário eleitoral leva em conta o tamanho das bancadas na Câmara e segundo este critério, apenas quatro candidatos terão espaço nos blocos de rádio e televisão.
Os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante) deverão participar dos blocos do horário eleitoral gratuito.
Os demais candidatos disputarão a eleição sem acesso à propaganda em rádio e televisão por não atenderem aos critérios critérios da cláusula de desempenho, regra que condiciona o acesso à propaganda em rádio e televisão e ao Fundo Partidário ao desempenho dos partidos nas eleições para a Câmara dos Deputados. É o caso de Romeu Zema (Novo). Apesar de disputar a Presidência, o partido elegeu apenas três deputados federais em 2022 e não alcançou os requisitos previstos na legislação.
A distribuição segue o critério estabelecido na legislação eleitoral: 90% do tempo é dividido proporcionalmente ao número de deputados federais eleitos em 2022 pelas legendas ou federações que integram cada candidatura. Os 10% restantes são repartidos igualmente entre os partidos que cumpriram a cláusula de desempenho.
Na prática, candidatos apoiados por partidos com maior representação na Câmara contam com mais tempo para apresentar propostas, responder a adversários e ampliar sua exposição durante a campanha.

Como será dividido o tempo de propaganda
A distribuição do tempo segue as regras da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). Do total disponível, 90% são distribuídos de forma proporcional ao número de deputados federais eleitos por cada partido ou federação na eleição de 2022.
Os 10% restantes são divididos igualmente entre as legendas que cumpriram a cláusula de desempenho, prevista na Emenda Constitucional nº 97/2017, que estabelece critérios mínimos para acesso ao Fundo Partidário e ao horário eleitoral gratuito.
Para elaborar a tabela, o TSE considerou 510 deputados federais. Embora a Câmara dos Deputados tenha 513 cadeiras, três parlamentares ficaram fora do cálculo porque os partidos pelos quais foram eleitos não atingiram os requisitos da cláusula de desempenho.
União Progressista lidera bancada
Segundo os dados divulgados pelo TSE, a Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, possui a maior bancada considerada para o cálculo, com 104 deputados federais.
Na sequência aparecem:
Federação União Progressista (União Brasil e PP): 104 deputados;
PL: 98 deputados;
Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV): 81 deputados;
PSD: 42 deputados;
MDB: 41 deputados;
Republicanos: 41 deputados;
PSB: 18 deputados.
Representatividade também define debates
A tabela divulgada pelo TSE também será utilizada para definir a participação das candidaturas nos debates eleitorais.
Nesse caso, o cálculo considera o total de parlamentares eleitos para a Câmara dos Deputados e para o Senado pelos partidos e federações que cumpriram a cláusula de desempenho.
Ao todo, foram contabilizados 591 parlamentares, sendo 510 deputados federais e 81 senadores.
Nesse levantamento, a Federação União Progressista lidera com 124 representantes, seguida pelo PL, com 107 parlamentares. A Federação Brasil da Esperança aparece na sequência, com 89 integrantes. PSD e MDB possuem 49 representantes cada.
Quando começa a propaganda
No primeiro turno, o horário eleitoral gratuito será exibido entre 28 de agosto e 1º de outubro. Já a propaganda eleitoral em geral, incluindo as campanhas na internet, poderá ser realizada a partir de 16 de agosto.
Além dos programas em bloco, as campanhas terão direito a inserções de 30 e 60 segundos distribuídas ao longo da programação das emissoras de rádio e televisão.
Caso haja segundo turno, os dois candidatos classificados terão exatamente o mesmo tempo de propaganda, independentemente do tamanho das bancadas dos partidos que compõem suas coligações.

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