MORO MUDA COMANDO DA CAMPANHA APÓS DENÚNCIAS DO VEREADOR DO PL?

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As coisas não andaram muito bem dentro da sede do Partido Liberal, ali no Centro Cívico, nesta terça-feira (18).

A denúncia do vereador Olímpio Araújo (PL) seria o motivo desta implosão no atual comando da campanha de Sergio Moro?

Após ir às redes sociais e reclamar da verba do Fundão, outros deputados também se manifestaram para verificar “in loco” como ficará a relação dos valores da parcela do fundão que está caindo e que ela não seria tudo aquilo que esperavam em função de uma redução que seria feita para fortalecer as campanhas majoritárias de Moro ao Governo do Estado e de Filipe Barros ao Senado.

Nos bastidores, Sergio Moro bateu a mão na mesa e determinou uma reestruturação no comando da campanha, a fim de não deixar a coisa degringolar a apenas 45 dias da eleição.

Com essa mudança, “o homem de R$ 1 milhão de honorários”, Luiz Felipe Cunha, que é o primeiro suplente e tem vasto interesse na eleição de Moro, será o novo coordenador-geral da campanha. Cunha já havia atuado em 2022, na eleição em que Moro venceu Álvaro Dias e Paulo Martins.

Para tentar segurar a implosão que se avistava, os comentários é que foi instalado um “Conselho Pretoriano” para proteger a campanha e o imperador. Neste conselho estarão liberados alguns pitacos para nomes fortes da campanha como o empresário Ricardo Guerra, o tagarela Deltan Dallagnol e alguns embarcados que são vistos como traíras por outros partidos, como Pedro Lupion (Republicanos), Felipe Francischini (Podemos), Lucas Santos (Novo), Rafaela Losi (DC), Tião Medeiros (PP) e o ex-prefeito de Guarapuava, César Silvestri Filho.

Cada um deles, de agora em diante, será responsável pela carga dos extintores nas beiradas da Rua Cândido de Abreu. Na surdina a recarga de pó químico foi grande para apagar os resquícios de labaredas…

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