O estado de senilidade de um presidente já passou dos limites.
O alto consumo de álcool tem proporcionado momentos de vergonha e humilhação para todo o povo brasileiro. Já está na hora de darmos um basta nessa situação e jogarmos no lixo quem mais está sujando o nosso país em uma gestão temerária.
A última de Lula foi chamar o trabalho dos garis de uma profissão “muito pobre”, enquanto milhões de trabalhadores enfrentam diariamente uma atividade essencial para a saúde e a limpeza das cidades. A declaração provocou indignação e abriu uma discussão que vai muito além de uma simples declaração política.
Lula acabou atingindo justamente uma das categorias que menos pode ser responsabilizada pelos problemas sociais do país.
Gari não precisa de discurso bonito.
Precisa de respeito!
São esses trabalhadores que saem de madrugada, enfrentam chuva, sol, mau cheiro, trânsito e riscos diariamente para fazer aquilo que quase ninguém quer fazer. E o próprio Lula reconheceu uma contradição em sua fala: segundo ele, basta a coleta de lixo parar durante uma semana para que a população perceba imediatamente a importância desses profissionais.
O problema é que a fala presidencial parece reproduzir justamente uma visão que deveria ser combatida: a de que o valor de uma pessoa está relacionado ao diploma que ela possui ou à profissão que exerce.
Um médico salva-vidas. Um engenheiro constrói. E o gari? Mantém a cidade respirável, limpa e saudável. Cada profissão tem sua importância.
E há ainda outra ironia nesse cenário.
Enquanto o presidente fala em orgulho profissional, lembramos que um analfabeto está nos colocando diante de um dos maiores rombos da dívida pública, de R$ 10,9 trilhões, o que corresponde a 82,5% do PIB, além do elevado endividamento das famílias, que chega a 82%.
Mais uma vez, a discussão sobre o futuro do Brasil deveria passar por emprego, renda, produtividade, educação e equilíbrio das contas públicas — não pela desqualificação de quem trabalha recolhendo o lixo produzido por todos nós.
O gari pode não ter diploma universitário, mas tem algo que deveria provocar orgulho: trabalha.
E talvez seja justamente essa a grande lição que o presidente deveria ter lembrado antes de subir ao palanque:
O Brasil pode até sobreviver sem muitos discursos idiotas e absurdos de um representante de uma nação, mas não sobrevive uma semana sem quem recolha o lixo.
No dia 4 de outubro, está na hora de o brasileiro se livrar dos maiores lixos, que são a cambada de petistas.
A DIREÇÃO