Oito anos depois da onda bolsonarista de 2018, antigos aliados mudaram de lado. Entre os casos destacados estão Soraya Thronicke, Luciano Bivar, Julian Lemos, Otoni de Paula e Romário, que hoje estão em novos partidos, palanques ou alianças.
SORAYA THRONICKE — Foi eleita senadora em 2018 pelo PSL, então partido de Bolsonaro. Depois passou pelo União Brasil e pelo Podemos. Em 2026, filiou-se ao PSB, partido de Geraldo Alckmin, e confirmou sua candidatura ao Senado com apoio de Lula. É o caso mais direto de aproximação com o campo lulista.
LUCIANO BIVAR — Em 2018, era presidente do PSL, legenda de Bolsonaro. Depois comandou o União Brasil. Em 2026, está no MDB e tornou-se primeiro suplente de Humberto Costa (PT) na disputa pelo Senado. A chapa tem apoio do grupo político ligado a Lula, e Bivar chegou a declarar que estava “do lado de Lula”.
Julian Lemos — Eleito em 2018 pelo PSL, foi coordenador da campanha de Bolsonaro no Nordeste e esteve entre seus aliados próximos. Depois passou pelo União Brasil e, em 2026, está no PP. Agora candidato novamente a deputado, declarou apoio à reeleição de Lula e também à candidatura de Lucas Ribeiro ao governo da Paraíba.
Otoni de Paula — Foi um dos aliados mais próximos de Bolsonaro e chegou a ser vice-líder do governo na Câmara. Hoje está no PSD. Para 2026, apoia Ronaldo Caiado no primeiro turno, mas afirmou que, em um eventual segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula, votaria no petista, defendendo uma “direita com Lula”.
Romário — A trajetória foi diferente. Em 2021, deixou o Podemos e entrou no PL. Em 2022, foi reeleito senador pelo PL e participou da campanha de Bolsonaro. Em agosto de 2026, deixou o PL e passou a apoiar Eduardo Paes (PSD) para o governo do Rio. Paes tem apoio de Lula, embora Romário não tenha declarado apoio direto ao petista.
E QUEM SÃO OS “VIRA-CASACAS” DO PARANÁ?
O governador Ratinho Jr. deve ter sentido na pele o que é famosa traição de bando em final de mandato. Neste quesito a bancada do PL na Assembleia e também nomes da esfera federal também resolveram apoiar Sergio Moro e, deixar o governador mesmo após vários anos recebendo grandes emendas para suas bases, além de provocar muitas fotos nos eventos das entregas. Verbas que serviram para agradar prefeitos e que demonstravam ser uma imagem de um representante do município, mas que roeu a corda nos últimos meses e pular para o time adversário. Vejam eles:
Filipe Barros (PL) ; Deltan Dallagnol (Novo) , Felipe Francischini (Podemos) ;Denian Couto;Tathiana Guzella, Flávia Francischini ; Fernando Francischini; Gilberto Ribeiro; Mauro Moraes ;Luiz Fernando Guerra ; Fábio Oliveira;Delegado Jacovós ; Jairo Tamura ; Ricardo Arruda ; Paulo Gomes ; Matheus Vermelho,Deputado federal Vermelho; Mabel Canto; Jocelito Canto e tem muito mais que está por trás dos panos cuidando do seu próprio umbigo e esqueceu das benesses anteriores.
“MICHELE CAPUTO — A CASACA MAIS POLÊMICA!”
O ex-deputado estadual e ex-secretário municipal e estadual de Saúde Michele Caputo Neto (Solidariedade), que é o candidato a vice na chapa de Requião Filho (PDT) ao governo do Paraná é um dos nomes das maiores mudanças. Caputo foi ferrenho defensor e liderança do PSDB, sendo secretário estadual da Saúde, nas duas gestões de Beto Richa (PSDB), não se reelegeu em 2022 e acabou virando conselheiro da Itaipu Binacional, junto com toda a tropa do PT.
TROFÉU TRAIRÔMETRO e LARANJÔMENTO EM VOTAÇÃO
A empresa TABAJARA já está produzindo os troféus que servirão para homenagear os destaques do Centro Cívico nesta disputa. Diversas personalidades poderão receber o troféu “TRAIRÔMETRO 2026” e em segundo lugar teremos o LARANJÔMETRO, que servirá para avaliar quem foram os maiores mordedores do fundão. Esta segunda avaliação será para destacar os pegadores de fundão eleitoral e nunca tiveram interesse em fazer campanha, só vem para morder o bagaço da laranja. Enviem os seus votos para o e-mail do IMPACTO: impacto@impactopr.com.br