OPERAÇÃO RESGATE CAMPO LARGO:  CHRISTIANO PUPPI E GUSTAVO TORRES , PRESTARAM SOLIDARIEDADE  A MARI MAZZON APÓS A AÇÃO DO GAECO?

GFGHF

A candidata a deputada estadual Mariane Aparecida Mazzon ( atualmente no Missão), conhecida como Mari Mazzon SOS 4 Patas, foi alvo da Operação Resgate deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) nesta quinta-feira (17). A investigação apura suspeitas de desvio de verbas destinadas aos cuidados de animais. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela 1ª Promotoria de Justiça em sete endereços localizados em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, e em Londrina, incluindo a residência da investigada e a sede do Instituto SOS 4 Patas. Equipamentos eletrônicos, aparelhos celulares e documentos foram apreendidos para perícia no curso do procedimento investigativo.

Depois desta atuação não se soube se o candidato a prefeito em 2024, Christiano Puppi e nem o vereador Gustavo Torres prestaram algum auxílio a Mari, que foi uma árdua companheira no PP na campanha  a prefeitura e hoje enfrenta está situação. Hoje Puppi é candidato a estadual  pelo PL e Gustavo Torres a federa pelo Republicanos e provavelmente não fizeram qualquer ação para ajudar a amiga para não complicar  a imagem nesta reta final das eleições.

FUNDÃO ELEITORAL

Quanto ao recebimento do Fundão, Christiano recebeu apenas R$ 66 mil, já Gustavo Torres recebeu R$ 166  mil da sigla e Mari apenas R$ 28 mil reais.

SEGUNDO A MATÉRIA DO MP

O Ministério Público do Paraná, a partir da 1ª Promotoria de Justiça de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou nesta quinta-feira, 17 de setembro, a Operação Resgate, que apura possíveis crimes de organização criminosa, peculato-desvio, lavagem de dinheiro e crimes contra a economia popular envolvendo dirigentes de organização não governamental (ONG) voltada à causa animal em Campo Largo.

Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em endereços ligados à ONG em Campo Largo e Curitiba, além de ordens judiciais de bloqueio de bens e valores no montante de até R$ 1,6 milhão e a suspensão imediata de atividades de captação de recursos por meio de sorteios, bingos ou rifas, conforme decretado pelo Juízo das Garantias da Vara Criminal da comarca.

Crimes apurados – As investigações apontam que a entidade, que atua no resgate de animais em situação de maus-tratos e é financiada por doações de particulares e pela promoção de sorteios, rifas e bingos, teve sua diretoria e seu conselho fiscal aparelhados por um mesmo núcleo familiar. Segundo apurado, os dirigentes teriam desviado sistematicamente parte dos recursos arrecadados, estimando-se que cerca de R$ 1,6 milhão tenha sido depositado e retido diretamente em contas pessoais da Diretora Executiva.

Os levantamentos demonstraram a ocorrência, em tese, de intensa confusão patrimonial, com o pagamento de despesas pessoais com o dinheiro da ONG, lavagem de capitais mediante o repasse de valores a terceiros e o suposto cometimento de fraudes em sorteios realizados pela entidade.

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