O governo Lula já contabiliza R$ 269 bilhões em medidas anunciadas ou mobilizadas em 2026, segundo o Gastômetro do Estadão. A lista reúne Bolsa Família, Pé-de-Meia, Gás do Povo, Luz do Povo, Desenrola e linhas de crédito e subsídios para diferentes setores. Mas, em meio a tantos lançamentos, uma pergunta permanece: qual é o resultado concreto de cada programa e quanto essa política custa ao brasileiro no longo prazo?
O Desenrola Brasil, criado para aliviar o endividamento, mostra a contradição de uma política que renegocia dívidas, mas convive com famílias ainda pressionadas pelo crédito caro. No Desenrola 2.0, foram renegociadas cerca de R$ 22,4 bilhões em dívidas entre maio e agosto, mas o comprometimento da renda das famílias continuou elevado, com 73,71 milhões de pessoas em situação de inadimplência superior a 90 dias, segundo os dados divulgados na imprensa.
O alívio da renegociação não elimina as causas estruturais do superendividamento das famílias que atingiu o número recorde de 82% das famílias.
A questão também alcança os programas voltados à população idosa.
A dívida bruta do governo geral é projetada em 83,2% do PIB em 2026.
O problema não é oferecer apoio a quem precisa.
O problema é fazer política pública sem garantir transparência, metas, controle de custos e avaliação de resultados. Em um ano eleitoral, cada anúncio merece ainda mais fiscalização: quantas pessoas foram atendidas, quanto foi efetivamente gasto e qual será o compromisso para os próximos anos?
O Brasil precisa de programas que entreguem resultados, não de uma sucessão de anúncios que alimentam a propaganda enquanto a dívida cresce e as famílias continuam enfrentando dificuldades.
O dinheiro público não é instrumento de campanha. É recurso do cidadão — e exige responsabilidade, transparência e prestação de contas.
Um governo criado em cima de FAKE NEWS a cada semana e repassado ao povo da forma mais vil através do órgão oficial do governo que é a rede Globo.
A DIREÇÃO