Marcos Mazoni, aquele que esteve na Celepar e foi um dos responsáveis pela adoção de software livre na empresa e no Governo do Estado do Paraná e recentemente demitido do Serpro pelo presidente Michel Temer, vai ter que sentar no banco dos réus da Lava Jato.Mazoni fez parte do governo Requião e depois foi para o Serpro
O alvo da Operação Lava Jato agora é Marcos Mazoni, ex-diretor do Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), informa o colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder. Segundo o jornalista, as investigações entendem que o dirigente teve importante paple no esquema de corrupção que beneficiou o ex-ministro José Dirceu em contratos milionários de tecnologia para dois ministérios e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Os contratos foram assinados em 2014 e 2015 cooptando ainda serviços para atender as Olimpíadas do Rio É que nada se decidia na área sem o parecer de Mazoni, diz Claudio Humberto, ao Diário do Poder.
O detalhe assombroso é que o esquema de corrupção funcionou quando José Dirceu já estava preso por ordem do juiz Ségio Moro.
São investigados os ministérios do Desenvolvimento Social e Esporte, alem de dirigentes da ANTT, feudo do PMDB do Senado.
Marcos Mazoni foi um dos petistas mais raivosos com o impeachment. Chamou o governo interino até de “canalha”, até ser demitido.
O alvo central da investigação são os negócios de R$20 milhões da RT Serviços Especializados Eireli com o governo federal, em 2014 e 2015.
FONTE: DIÁRIO DO PODER