SUPER ÁLVARO APROVEITA O VAZIO DA INCOMPETÊNCIA

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Ocupando um espaço que vai ficando cada vez maior para nomes novos e que convençam o eleitorado quanto a mudanças, o senador paranaense Álvaro Dias começou a pisar em terreno firme desde que se lançou oficialmente como pré-candidato à Presidente da República. É corajoso, sem dúvida. Entrando em um terreno minado por velhas raposas da nossa política, cujo comprometimento com o passado já deixou marcas robustas em seus currículos, o candidato do PODEMOS iniciou uma caminhada que terá como base principal, naturalmente, o Estado do Paraná. Talvez por isso esteja deixando justamente para se dedicar mais a fundo com as bases políticas de nosso Estado, deixando que as especulações continuem prosperando até o momento em que achar conveniente para lançar uma base firme de olho em 2018. Tendo em seu irmão Osmar Dias, pré-candidato a governador como já se anunciou, Álvaro Dias terá que buscar com muito tato somar e não dividir, buscando uma conciliação capaz de lhe favorecer com um apossamento mais amplo já que a disputa presidencial é muito mais importante que uma briga política doméstica que hoje está sendo um verdadeiro divisor de águas. Se somar, vai colher resultados enormes para sua plataforma política rumo à Brasília. Pode, e tem condições para tal, de ser uma grande força para eliminar de uma vez certas pragas que estão tendo se manter viva mas cuja prestação de serviço ao Paraná tem sido totalmente negativa, caso de Requião, do PMDB e Gleisi Hoffmann, do PT. Por enquanto, Álvaro Dias está ”comendo pelas beiradas”, como se diz. Não pode ir com muita sede ao pote e precisa com segurança mostrar que é realmente um político capaz de somar e dar ao Brasil um tempo de esperança para mudanças que todos estão esperando. Lula e Marina são imagens derrotadas de um passado que não queremos mais ver prosperar em um país que busca mudanças. Bolsonaro, por enquanto, é a desculpa para a falta de um candidato novo e com discurso firme contra as esquerdas, embora traga com sua imagem o ranço da ditadura militar que o levaram a aceitar, inclusive a imagem preocupante de um Donald Trump tupiniquim. Com o PSDB órfão de candidatos, assistindo a briga entre o novato João Dória e seu criador Geraldo Alckmin, o senador paranaense Álvaro Dias está hoje com a faca e o queijo na mão. Um produto que pode, inclusive, saborear com Ratinho Junior e colocar seu irmão Osmar Dias como candidato ao senado numa chapa que se completa com Beto Richa. Em nome do Paraná, este seria um quarteto político capaz de mostrar ao Brasil que nós PODEMOS.

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