A candidata da Rede à Presidência da República, ex-ministra Marina Silva, disse hoje em campanha em Curitiba que a disputa eleitoral não pode ser um “plebiscito entre a cruz e a espada”, em referência às candidaturas de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Ela afirmou ainda que sua candidatura é uma forma de combater a cultura do ódio. As informações são do Bem Paraná.
“Nós estamos vivendo um momento delicado da política brasileira em que a cultura do ódio tem sido cada vez mais propagada, estimulada. A nossa campanha é a campanha para unir em torno do Brasil”, disse a candidata. “Nós queremos um Brasil unido. A população brasileira nesse momento tem uma grande responsabilidade. De não permitir que transformem a eleição em um plebiscito entre a cruz e a espada: a cruz da corrupção e a espada do ódio e do preconceito”, defendeu Marina.
“Nós temos a proposta para a educação. Educação é o que muda a vida das pessoas. Até os 19 anos todos os jovens com um diploma do ensino médio. De zero a três anos as crianças nas creches. Nós vamos criar mais de 2 milhões de vagas em creches. E as crianças em escola de contraturno, ou seja, educação de tempo integral. Sem educação nós não vamos a lugar nenhum”, apontou a ex-ministra, que percorreu a feirinha do Largo da Ordem, no centro histórico, ao lado do candidato ao governo da Rede, Jorge Benardi, e Flávio Arns, candidato ao Senado. .
Marina rebateu ainda a crítica segundo a qual ela só aparece no cenário político em época de eleição. “É fake News.