Foi bom enquanto durou. Bolsonaro engoliu a escolha de Paulo Guedes promovendo Joaquim Levy, como presidente do BNDES. Mas cobrou que fosse aberta o quanto antes a caixa preta do BNDES para esclarecer a respeito de tantos empréstimos do banco, durante os governos Lula e Dilma, que regaram a horta de países vizinhos como Cuba e Venezuela, em recursos que permitiram a Odebrecht e outras, realizarem obras além de nossas fronteiras. Levy vinha demorando na sua tarefa e ainda chegou ao cumulo de nomear como um de seus diretores um ex-integrante do governo Lula. Foi a gota d’agua e Bolsonaro mandou o recado curto e grosso. Levy não teve jeito e, a exemplo do diretor que havia nomeado, e já pedira demissão, seguiu o mesmo caminho. Limpou as gavetas e deixou o BNDES. Petistas que tinham Levy como um dos escolhidos de Lula e capacitado a seguir o modelo do ídolo no BNDES, estão revoltados, como se tivessem o poder de opinar em relação a escolhas na área econômica. Podem chorar a vontade e promover ranger de dentes, mas quem manda é o governo Bolsonaro e pronto.