A empresa que especializou-se em fornecer energia em reserva de mercado por monopólio até a entrada de concorrentes de mercado livre de energia tem o controle de algumas subsidiárias como a Copel Telecom e Compagas. Na terra que mais produz celulose no país as duas forçam os clientes a abdicar de receber a fatura impressa pela chamada economia de sua tesouraria, não do setor produtivo do papel que recebe incentivos fiscais do governo estadual, num claro descompasso.
A Compagas dirigida no governo Ratinho Júnior pelo ex comunicador chefe da filial da rede Massa SBT em Londrina Rafael Lamastra (visto regularmente no look “atleta da Varca” nas cercanias do hotel Pestana caminhando com máscara e luvas anti Coronavírus) já foi displicente no faturamento em 2018 – http://www.zebeto.com.br/2018/07/16/sem-cobranca-com-lambanca/#.XorISC9v-hA – e agora suas faturas consultadas pelos clientes na internet não são abertas automaticamente pelo programa PDF Impossibilitando a consulta. Para uma empresa que autoriza viagem do presidente ao Exterior em Primeira Classe, nada mais corriqueira seria aprender a faturar seu produto monopolizado.