O poder da maior rede de televisão do país vem desde os tempos do arbítrio, como dizem as esquerdas e a oposição em geral.
Desde então, porém, os governos de diferentes partidos se renderam ao Plim-Plim com generosas e bilionárias verbas publicitárias que alimentaram o poder da rede.
Até que…
Bem, até que Jair Messias Bolsonaro assumiu a Presidência da República do Brasil e deu um basta na farra do dinheiro público para alimentar a dita rede de televisão, e outros veículos como a Folha de São Paulo e demais conhecidos críticos da atualidade contra o governo.
Bolsonaro, com coragem, cortou verbas e acabou com patrocínios mal explicados que, de repente, geraram uma revolta geral da chamada grande mídia, contra o governo federal.
Desde a campanha política, em 2018, a Rede Globo sentiu o crescimento da candidatura do “Mito”, e resolveu bater de frente com o mesmo, ante as promessas de que o futuro governo iria acabar com uma farra publicitária que vinha do passado.
Unindo forças, Rede Globo e Folha de São Paulo, montaram uma verdadeira frente de batalha contra o candidato Bolsonaro e depois quando o mesmo se elegeu Presidente da República, o esquema do contra já estava montado e sempre com novas adesões por parte daqueles que foram contrariados em termos de gastos do governo.

Mas foi, sem dúvida, o Jornal Nacional, com William Bonner e Renata Vasconcelos, que desde a campanha presidencial, alimentaram uma campanha contra Jair Bolsonaro, transformando a rede na emissora oficial do panelaço que pretendia desmoralizar o chefe da nação.

Em nenhum momento Jair Messias Bolsonaro se rendeu ao processo de intimidação que a Rede Globo e seus aliados pretenderam, inclusive incentivando um processo de impeachment sem cabimento, e que ainda hoje continua sendo alimentado. Jair Bolsonaro, contudo, responde aos ataques com segurança, desmoralizando seus opositores.

Lula até que tentou bater de frente com a Globo, mas seu governo continuou até a atuação de Dilma com o PT, a alimentar esta cobra venenosa que continua insistindo, apesar de sucessivas derrotas, em manter um esquema contra o Presidente Jair Messias Bolsonaro.
Esta guerra promete continuar, porque interessa a uns e outros que tem interesses contrariados em relação ao governo, apostando em conquistar cada vez mais combustível e de olho em 2022.
Até lá Bolsonaro continuará lutando com todas as suas forças para concretizar cada vez mais a queda dos derrotados de 2018 e que terão em 2022, uma nova resposta contra este banditismo.

Quem viver, verá.