Senadores da CPI da Pandemia estão irritados com a demora do Banco Central em enviar os dados bancários de integrantes do chamado gabinete do ódio, como ficaram conhecidos os servidores que são suspeitos de comandar os ataques digitais a adversários do governo.
A CPI determinou a quebra dos sigilos de Tercio Arnaud Tomaz, José Matheus Salles Gomes e Mateus Santos Diniz, entre outros servidores que teriam atuação na orquestração dos ataques, como Carlos Eduardo Guimarães, do gabinete de Eduardo Bolsonaro.
A suspeita é que o BC esteja propositalmente segurando as informações.
Fonte: Metrópoles