Ela iniciou as operações lá pelos idos de 2007, por coincidência no mesmo ano de um governo onde o Mano arrotava grosso no estado e ele não achava onde podia pescar mais robalos na beira do mar, sem que o Mano desconfiasse dos desvios. A remuneração de super não dava para cobrir a vida de elite que tinha lá pela terra do Tio Sam com toda familiage.
COMO FAZER?
Abre uma operadora e coloca uns sócios laranjas e de vez em quando passa lá para receber o mensalão. O tempo passa e tudo continua bonito como manda o figurino, mas o envolvimento começa a ter uns atritos, pois ele não trabalhava e queria estar sempre com a bolada na mão. O Mano cai do cavalo e o poder despenca, mas os laranjas começaram a atrasar o carvão e a dívida começou a aumentar e até hoje ainda a coisa tem uma vasta caderneta de pendências.
Um dos laranjas tem outro enrosco, pois vislumbrava um título de recebimento e começa a enrolar os pagamentos e envolvimentos com outro mais ligeiro que o THE FLASH da moeda, o que provocaria uma cessão de direitos com pagamentos no exterior.
As promessas de pagamentos no exterior até determinado valor deu certo, mas quando começou a ultrapassar mais de U$ 100 mil dólares, o buraco foi mais embaixo. A pendura aumentou!
Nem Gabriel de Lara iria imaginar que o rombo seria desvendado através da Polícia Federal, pois ele não se aguentou e deu com a língua nos dentes. Apesar de que ele sempre estava com ouvido sujo e não havia COTONETE que limpasse a conta pendente.
A pergunta que fica para se pensar “ qual foi o engenheiro que deu o parecer técnico para formação e liberação do operador dentro do terminal em Paranaguá em 2007”?
A história segue e tem mais capítulos que os TEMPOS DO COMENDADOR!