CPI da Covid denuncia 65 pessoas, quatro do PR. Veja a lista completa

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Entregue na manhã desta quarta-feira (20), conforme estava previsto, o relatório final da CPI da Covid pediu o indiciamento do presidente Jair Bolsonaro e outras 65 pessoas, além de duas empresas.

O texto do relator Renan Calheiros, com 1.180 páginas, pede que também sejam investigados ministros, ex-ministros, filhos do presidente, assessores, ex-assessores do governo, empresários, parlamentares e profissionais de saúde.

Dentre os nomes que constam da lista estão quatro paranaenses: a médica Nise Yamaguchi, que nasceu em Maringá mas viveu a infância em Cascavel; o blogueiro Oswaldo Eustáquio, com atuação na região Metropolitana de Curitiba; o deputado maringaense Ricardo Barros, atual líder do governo na Câmara, e o ex-deputado Airton Soligo, também conhecido como Airton Cascavel e que há muitos anos se mudou para Rondônia. Confira a seguir a lista com todos os nomes:

Ministros

Marcelo Queiroga (Saúde) : epidemia com resultado morte e prevaricação

Onyx Lorenzoni (Trabalho): incitação ao crime e crime contra a humanidade

Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União): prevaricação

Braga Netto (Defesa): epidemia com resultado morte

Ex-ministros

Eduardo Pazuello (Saúde): epidemia com resultado morte, emprego irregular de verbas públicas, prevaricação, comunicação falsa de crime e crime contra a humanidade

Ernesto Araújo (Relações Exteriores): epidemia com resultado morte e incitação ao crime

Filhos

Eduardo Bolsonaro, deputado federal (PSL-SP): incitação ao crime

Carlos Bolsonaro, vereador (Republicanos-RJ): incitação ao crime

Flávio Bolsonaro, senador (Patriota-RJ): incitação ao crime

Deputados

Ricardo Barros (PP-PR): incitação ao crime, advocacia administrativa, formação de organização criminosa e improbidade administrativa

Bia Kicis (PSL-DF): incitação ao crime

Carla Zambelli (PSL-SP): incitação ao crime

Osmar Terra (MDB-RS): incitação ao crime e epidemia culposa com resultado morte

Carlos Jordy (PSL-RJ): incitação ao crime

Empresários

Carlos Wizard: epidemia com resultado morte e incitação ao crime

Luciano Hang: incitação ao crime

Otávio Fakhoury: incitação ao crime

Francisco Emerson Maximiano: falsidade ideológica, uso de documento falso, fraude processual, fraude em contrato, formação de organização criminosa e improbidade administrativa

Marcos Tolentino: fraude em contrato, formação de organização criminosa e improbidade administrativa

Raimundo Nonato Brasil: corrupção ativa e improbidade administrativa

Fernando Parrillo: perigo para a vida ou saúde de outrem, omissão de notificação de doença falsidade ideológica, crime contra a humanidade

Eduardo Parrillo: perigo para a vida ou saúde de outrem, omissão de notificação de doença falsidade ideológica, crime contra a humanidade

Médicos e outros nomes ligados à saúde

Nise Yamaguchi: epidemia com resultado morte

Paolo Zanotto: epidemia com resultado morte

Luciano Dias: epidemia com resultado morte

Mauro Luiz de Brito Ribeiro: epidemia com resultado morte

Pedro Benedito Batista Junior: perigo para a vida ou saúde de outrem, omissão de notificação de doença, falsidade ideológica, crime contra a humanidade

Daniella de Aguiar Moreira da Silva: homicídio simples

Paola Werneck: perigo para a vida ou saúde de outrem;

Carla Guerra: perigo para a vida ou saúde de outrem e crime contra a humanidade;

Rodrigo Esper: perigo para a vida ou saúde de outrem e crime contra a humanidade;

Fernando Oikawa: perigo para a vida ou saúde de outrem e crime contra a humanidade;

Daniel Garrido Baena: falsidade ideológica;

João Paulo F. Barros: falsidade ideológica;

Fernanda de Oliveira Igarashi: falsidade ideológica;

Flávio Cadegiani: crime contra a humanidade

Assessores e ex-assessores

Elcio Franco: epidemia com resultado morte e improbidade administrativa;

Mayra Pinheiro: epidemia com resultado morte, prevaricação e crime contra a humanidade;

Roberto Dias: corrupção passiva, formação de organização criminosa e improbidade administrativa;

Airton Soligo: usurpação de função pública;

Arthur Weintraub: epidemia com resultado morte

Roberto Goidanich: incitação ao crime;

José Ricardo Santana: formação de organização criminosa;

Fábio Wajngarten: prevaricação e advocacia administrativa

Marcelo Blanco: corrupção ativa

Filipe Martins: incitação ao crime

Tercio Arnaud Tomaz: incitação ao crime

Outros

Emanuela Medrades: falsidade ideológica, uso de documento falso, fraude processual, formação de organização criminosa e improbidade administrativa

Túlio Silveira: falsidade ideológica, uso de documento falso, improbidade administrativa

Danilo Trento: fraude em contrato, formação de organização criminosa, improbidade administrativa

Andreia da Silva Lima: corrupção ativa e improbidade administrativa

Carlos Alberto Sá: corrupção ativa e improbidade administrativa

Teresa Cristina Reis de Sá: corrupção ativa e improbidade administrativa

Marconny Nunes Ribeiro: formação de organização criminosa

Allan dos Santos: incitação ao crime

Oswaldo Eustáquio: incitação ao crime

Richards Pozzer: incitação ao crime

Leandro Ruschel: incitação ao crime

Roberto Goidanich: incitação ao crime

Bernardo Kuster: incitação ao crime

Roberto Jefferson: incitação ao crime

Paulo Eneas: incitação ao crime

Cristiano Carvalho: corrupção ativa

Luiz Paulo Dominghetti: corrupção ativa

Rafael Francisco Carmo Alves: corrupção ativa

José Odilon Torres: corrupção ativa

Fonte: Alerta Paraná

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