O DESEMPREGO DO PEDÁGIO

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Começa a ficar preocupante a situação de que 2.200 pessoas devem ficar desempregadas com fim da atual concessão do pedágio no Paraná. O Sindicato que representa a categoria cobra agilidade para realização do novo leilão e defende um contrato emergencial com atuais empresas para evitar prejuízos às famílias dos trabalhadores que daqui a um mês estarão sem emprego.

Com nova alteração da formatação de pedágios e o anúncio feito pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) que assinatura dos contratos com as novas concessionarás serão realizadas apenas no quarto trimestre de 2022, deixou muitos trabalhadores em pânico e surpresa. Outro fato de que as cancelas serão abertas e um ano sem cobrança de tarifa e que agradou a toda classe de motoristas, mas deixará muitas famílias sem renda e estado de insegurança até que uma solução de recontratação ocorra.

O Sindecrep-PR (Sindicato dos Empregados nas Empresas Concessionárias no Ramo de Rodovias e Estradas em Geral no Estado do Paraná) estima que cerca de 5 mil famílias serão atingidas pelo fim do contrato de concessão das rodovias no Estado. Os 2.200 trabalhadores que são terceirizados das seis concessionários, que atuam no Anel de Integração, realizam serviços de limpeza, manutenção, sinalização em acidente e roçagem estão em alertas, pois eles que não têm muitas opções de outros empregos.

Os contratos com as empresas que administram as rodovias do Paraná devem terminar no dia 27 de novembro. Entretanto, o governo do Estado já descartou prorrogação ou contrato emergencial com as atuais concessionárias, medida defendida pelo sindicato dos trabalhadores e também alega que não há garantias de que estes serão contratados pelas novas concessionárias.

O governo do estado terá que estudar medidas nesse sentido a fim de evitar manifestações e mobilizações da classe em um ano de eleições no estado do Paraná.

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