EDITORIAL – TEMPO DE PREPARAÇÃO

TSE - Tribunal Superior Eleitoral
Urna eletrônica

Estamos iniciando um ano que desde já nos leva a meditar sobre o que passou e o que pretendemos para o futuro em termos de representação estadual e presidencial em nosso país.

TSE – Tribunal Superior Eleitoral Urna eletrônica

Começamos a viver a partir de agora um tempo de preparação que vai nos levar até outubro vindouro quando deveremos estar preparados para o exercício pleno do direito constitucional de votar, e ser votado, em novos representantes para cargos públicos em termos estaduais.

A última eleição presidencial nos deixou exemplos que identificavam um sentimento de mudanças e por consequência um crescimento no âmbito político nacional através de uma boa gestão nos anos de mandato, mas o que se viu foi de poucas alterações em função de uma pandemia mundial que alterou todo o calendário político e humanitário.

Não mais se admitem reeleições sem plena justificativa senão pela simpatia de uns e outros que transformam seus cargos em um emprego vitalício, imaginando que são trabalhadores empregados da união e que por isso mesmo merecem determinados privilégios.

Mudanças se fazem necessárias e, mais do que nunca as eleições podem nos confirmar o rumo que o país vem buscando desde 2018, quando as urnas deram uma resposta àqueles que se acomodaram no

trato da coisa pública ou fizeram do tesouro nacional um balcão de negócios com interesses partidários como a PETROBRAS, BNDS e outros órgãos do governo criando o Petrolão e o famigerado Mensalão.

O país está mudando e as próximas eleições precisam corresponder a este anseio de nosso povo, que deseja mais daqueles que são eleitos e que não possa simplesmente se acomodar, com várias e sucessivas eleições, em cargos que devem merecer maior correspondência ao voto de confiança recebido eleitoralmente.

De olho nas próximas eleições passamos a partir de agora a ocupar espaços da mídia com muitas notícias, vamos nos preparar adequadamente porque a responsabilidade maior é de todos nós, eleitores conscientes do seu direito democrático de votar.

A DIREÇÃO

Compartilhe