Não se pode e não se deve negar ao Governador do Estado o Paraná qualquer tipo de apoio administrativo. Em matéria de pedágio não prometeu que baixaria as tarifas ou acabaria com as concessões feitas a poderosas empresas.
Quando menos se esperou RATINHO JUNIOR suspendeu as cobranças pelo tráfego em todas as rodovias estaduais e mandou estudar – junto com o Governo Federal – sobre a possibilidade de abrir concorrências para o retorno das cobranças que vieram a ser feitas.
Antigamente pagava-se Taxa Rodoviária e esta valia para o trânsito em todas as estradas existentes. A arrecadação era muito grande. Mas vai daí que as goelas dos empresários se abriram e Estados e Municípios pediram exclusividade na partilha de milhões e milhões de reais.
A coisa ficou de ruim pra pior.
A matéria não comporta dissertação – até porque – os donos de veículos vieram acocados pelas Prefeituras que cobram multas exorbitantes pelos emplacamentos e dividem às ruas e, assim, proíbem estacionamentos em determinados locais e cobram pelo tempo usado e quanto mais usa da força do policiamento de grupos fardados para coagir e constranger impondo multas e fingindo o direito de defesa quando sabem – de antemão – que todos recorrem e perdem.
Para estes aspectos os governantes deveriam voltas as suas vistas: caminhões ou automóveis são instrumentos, hoje, de trabalho e, assim todos os seus donos deveriam tratados com respeito.
O atual Presidente da República quando pretendia eleger-se prometia que, uma vez eleito – acabaria com os “pardais” marcadores de tempo destinados a registrar infrações de trânsito e facultar a imposição de multas e mais multas. É a lei do arbítrio. Em menos de um mês o Presidente da República foi desautorado e tudo o que prometeu ficou do jeito que já estava e sua Excelência não adotou qualquer medida. Ao contrário: pela omissão fortaleceu mais ainda os seus subordinados fazendo com que o povo não acreditasse em promessa de políticos.
Agora haverá ou ocorrerão novas campanhas. Até Luiz Inácio Lula da Silva – o Lula – que saiu da prisão e foi para os palanques já anuncia que voltará ao Poder mantendo ao seu lado ou a derredor as pessoas que confiam e, as quais não seguram os preços altíssimos de todos os bens de consumo. Aliás, Bolsonaro é o seu maior “cabo” eleitoral. E Lula faz conchavos, já, agora com Alckmin que, até, outro dia o acusava. É aquela estória: GALO VELHO NÃO CRUZA COM PERUA NOVA. E Alckmin não inspira a reprodução de coisa alguma, nem mesmo de prestigiamentos de escritores paulistanos para a Academia Brasileira de Letras.