Este é um item das pesquisas eleitorais que precisamos olhar com o maior cuidado analisando com todos os detalhes quem são os apontados entre os candidatos que se apresentam às próximas eleições. Como as pesquisas se tornaram instrumento de propaganda para quem está na frente das sondagens, poucos ligam para este detalhe e sequer se preocupam em ver as regiões e qual a condição do eleitorado que buscou neste apontamento a forma de justificar sua revolta quanto a um ou outro nome que lhe foi apresentado como candidato.
Preocupados em saber se o seu candidato preferido está entre os primeiros, poucos ligam para este detalhe que é da maior importância porque baliza o comportamento de certos candidatos, os quais terão que, na campanha, se preocupar em reduzir tais índices de rejeição que podem desequilibrar sua votação na hora em que o eleitor comparecer às urnas.
Como dizemos sempre que pesquisa é do ângulo que se vê, e por enquanto representa apenas uma tendência mínima do eleitorado que irá às urnas, precisamos ficar atentos, pois não são poucos os candidatos que desde já nos fazem aceitar que são os primeiros na liderança, quiçá ganhando no primeiro turno e fazendo esquecer o item rejeição que poderá desequilibrar futuramente a sua eleição.
Ademais, fiquemos atentos quanto a um detalhe importante e que muitos não se preocupam em observar quando tão antecipado nos empurram goelas abaixo certos números que na verdade pretendem muito mais confundir do que esclarecer o eleitorado em geral.
No cenário eleitoral brasileiro a situação não é diferente e tanto Lula quanto Bolsonaro, primeiros colocados nas pesquisas, sofrem índices de rejeição muito acima do que se possa imaginar, superando em muito aquilo que aconteceu no passado em termos de avaliação dos candidatos.
De acordo com a maioria das pesquisas, fica claro que, a esta altura, cerca de 50% do eleitorado nacional não está nada preocupado com as próximas eleições. Diferente dos anos anteriores que tínhamos a Copa para um resfriamento político, neste ano de eleições presidenciais, será atípico, teremos seis meses diretos de eventos político, datas limites, federações, refeições no Madalosso e linguiçadas para poder aglutinar sem o medo da pandemia.
Ainda dá tempo para muita coisa acontecer…
A DIREÇÃO