A não ser pelos seus moradores, pelo seu comércio ou pelas suas entidades educacionais ou culturais que qualquer localidade se desenvolve.
O Juvevê, em Curitiba é exemplo e com uma vantagem: debaixo da sua principal avenida ou parte central da João Gualberto, corre a terceira galeria reservatória da bacia do Rio do mesmo nome, que está sendo implantada na afluente do Rio Belém em continuidade do serviço de Macro frenagem do programa denominado “contra cheia”.
Os habitantes estão satisfeitos, hoje, depois ficarão muito mais alegres, tanto é assim que ali pelo Bar do Português jovens estudantes alguns imigrantes entre Abranches e Barreirinha – mais ou menos e perto da pastelaria da japonesa, fundaram uma banda – JOVEM DIONÍSIO – mais precisamente um quinteto – composto de jovens e cujos nomes são: Bernardo Pasquali, Rafael Dunajaski Mendes, Gustavo Karam, Gabriel Dunajaski Mendes (o Mandam) e Bernardo Hey – deste fixo mais o nome porque o conheci desde o dia em que nasceu, e também, porque era eu, como o sou, amigo pessoal de seu digno pai, o advogado Rodolfo Lincoln Hey, que desde muito cedo o iniciou na música clássica tornando-o pianista e depois violinista e ou incursionou na arte lírica.
Não parou por aí e o incentivou ao estudo do Direito, formando-se advogado. E, já, agora, orgulha-se de integrar um conjunto musical que está ganhando sucesso, não só pela letra da composição, mas, também, pelo estribilho ou ritornelo da sua introdução, que é esta: “ACORDA PEDRINHO…”
É que muita coisa se passava no entorno enquanto o jovem integrante do conjunto dormiu ou quem sabe sonhava com o presente pensando no futuro.
O refrão, aliás, é como a vida, diz quase tudo numa só frase, assim, como cantou Carmem Miranda, minha conhecida dos tempos do Rio de Janeiro: Chiquita Bacana, Lá da Martinica, se veste com uma casca de banana, pois, era “existencialista” e só “fazia o que mandava o seu coração”, além do que fava entender que um malandro “vestiu uma camisa listrada” e saiu por aí, “fora aquele que irou o seu anel de Doutor para não dar o que falar e saiu dizendo: “mamãe eu quero mamar, mamãe eu quero mamar”, embora que “levava um canivete no cinto e um pandeiro na mão” e “sorria quando o povo dizia: sossega Leão…
Noel Rosa foi genial quando escreveu numa espécie de ultima vontade: “quando eu morrer, não quero choro nem vela, quero uma fita amarelo gravada com o nome dela”… Ou esta outra que não era sua – que na capelinha de melão na noite de São João cantava -: Acordai, acordai João…
No caso da estrofe “ACORDA PEDRINHO” existe ideal e poesia. “É que teria sido uma estratégia do seu autor, que achava melhor a edição de outra composição”!”a qual, entretanto não tinha a mesma força.
Agora o sucesso está nos melhores programas de televisão, rádios, jornais, revista, palco de teatros e plataformas digitais.
É de boa prudência que o Paraná incentive essa e todas as outras boas produções. Talentos não lhes faltam. Chamemos o Estado como se fora ele um Pedrinho e repitamos para todos os governantes: “ACORDA PEDRINHO”.