Desde que levou uma suspensão do Conselho de Administração por suposta fraude numa operação de crédito envolvendo as empresas de seu marido, a diretora de administração da Fomento Paraná, Maiara Puchalski, parece que perdeu o respeito e diálogo com os empregados da empresa.
A situação está prestes a explodir, com a declaração de greve dos empregados por não terem recebido ainda os valores devidos nas participações dos lucros (PLR) dos últimos anos. O sindicato dos Bancários emitiu até um alerta que mancha a imagem da atual diretoria e também acaba deixando o próprio governador numa saia justa com esta situação em pleno ano eleitoral e a 63 dias da eleição.
A confusão foi criada porque o Conselho de Controle das Empresas Estaduais (CCEE) não autorizou o repasse com a base de cálculo devida aos funcionários até que situação da diretora seja resolvida. Hoje ela ocupa a cargo interinamente, uma vez que o próprio CCEE não autorizou a sua recondução por novo mandato.
É uma panela pressão que pode estourar no meio da eleição e muita sujeira debaixo do tapete pode aparecer.
Uma pena a empresa estar passando esta situação e tem ainda a história de uma ligação afetiva no alto cacife, que todos sabem, mas preferiram abafar inclusive com a contrariedade do ex-presidente futebolístico do coxa. Para piorar tem aquele diretor jurídico que saiu da Itaipu por um grave problema de assédio e que vai estourar novamente nas páginas do IMPACTO.