Na última segunda-feira (29), a voz estridente e forte que gritava aos quatro cantos do calçadão do Centro de Curitiba se aquietou. Dona Teresinha Leonice Havane dos Santos, 72 anos, personagem folclórica e marcante, que ficou conhecida pelo bordão “borboleta 13, corre hoje”, faleceu no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (HC-UFPR vítima de uma infecção generalizada, morrendo depois de pós duas semanas de internamento. Terezinha era uma figura pitoresca e representou por muito tempo a força da mulher com seu trabalho, que era vendendo jogo, em um ponto turístico que é o calçadão de Curitiba.
FOGO ARDENTE NO COMITÊ
O fogo casualmente até poderia ser na sede do partido, mas era no coração de um comandante taradão. Mal abriram as portas dos novos pontos de encontro de militantes e piruliteiros na cidade de Curitiba e um dos chefões do partido , quis mostrar para uma mocinha que ele mandava no pedaço. Com a desculpa para que ficasse um pouco mais além do tempo de fechamento da sala, partiu para cima da distinta e se deu mal. Ela começou o berreiro a dizer que era casada e o marido era da Polícia Militar e iria se acertar com ele. O dito cujo ficou com as calças cheia e tentou apaziguar o fato, mas os vizinhos de sala viram tudo inclusive a moça sair correndo do Comitê.No outro dia a mocinha não apareceu mais para trabalhar e o cacique anda de fralda para baixo e para cima, o pior é quando toca uma sirene de polícia e ele corre para o banheiro!!

CORINGA VOLTOU A GIRAR

Nessa semana comecei a ver coisas que há muito tempo não via há uns7 anos mais ou menos, que era postagem do candidato Álvaro Dias andando pelo interior do estado. Com os números das pesquisas não tão fáceis como era esperado o comandante da campanha, o velho conhecido Ricardo Macdonald, contratou um helicóptero e mandou Álvaro circular. Macdonald teve uma passagem não muito reconhecida no governo de Gustavo Fruet na prefeitura e agora tenta colocar o coringa por mais 8 anos no senado. Para se ter uma idéia esteve em Santa FÉ e Colorado, regiões próximas a Maringá onde fazia mais de 15 anos que não passava por lá.
O CHIFRE VINHA DE UBER
O cara até que era bem apanhado e se achava o dono da cocada preta em casa e que a fera obedecia como ele mandava. Começou a observar que a fera saia quase duas vezes por semana e começou a chegar mais cedo para olhar o carro que lhe trazia para casa. Coincidentemente notou que sempre era o mesmo motorista que fazia o carreto. Com a pulga atrás da orelha, ficou na moita perto da casa esperando o carro que viesse buscar a esposa que ira fazer compras no centro, e o resultado veio à tona. O carro que veio era o mesmo que ele havia visto dois dias antes trazer a esposa de volta. Resultado : quando o carro encostou a correria foi grande, o motorista sumiu e a mulher voltou correndo para dentro casa e a pancadaria fechou. O que se sabe é que mais um B.O. foi feito por agressão e o marido foi morar com a mãe e, agora tem que se manter afastado por 400 metros da ex-patroa por ordem da justiça.
A DÚVIDA QUE NÃO SAI DA CABEÇA
“Chifre foi feito pra nós; boi usa de atrevido”. O que o chifre têm a ver com infidelidade? Essa pergunta me deixou coçando a cabeça, porque ainda é nebuloso o porquê da relação entre chifre e pulada de cerca. O que sabemos é que essa associação é bem antiga no Ocidente. No século II, o escritor grego Artemidoro já empregava a expressão ‘kérata poiêin’ (fazer corno) com o sentido de ‘enganar o marido’. Desde então, chifre-traição aparece em inglês, francês, espanhol, italiano, etc. As piadas com cornos existem há séculos. Segundo o dicionarista Pulo Geiger, “o mais provável é que a expressão tenha aparecido por analogia. As fêmeas de animais chifrudos (carneiro, touro, bode) vivem ao redor de um macho único, o líder. Quando esse macho perde a fidelidade de uma delas, ele se torna brigão e ciumento e coloca os chifres em posição de ataque, partindo para cima de todo mundo”. O ornamento da traição é indistintamente dito como chifres e cornos, mas no mundo dos ruminantes os dois termos têm usos distintos. Tecnicamente falando, os bovinos, caprinos, bubalinos e ovinos possuem cornos.
A BRIGA DE MORO FOI COM BOLSONARO E NÃO GUEDES
Nesta semana a notícia veiculada de que o ex-juiz Sergio Moro procurou o ministro da Economia, Paulo Guedes, solicitando uma gravação em vídeo de apoio para sua campanha eleitoral, foi vista para muitos como um sinal de que Moro poderá apoiar Bolsonaro em segundo turno. Pode até ter um sentido figurado esta suposição, mas se voltarmos ao início da montagem do ministério de Bolsonaro à presidência, veremos que foi Paulo Guedes que levou Sergio Moro para conversar com o presidente em sua casa no condomínio no Rio de Janeiro para que fosse efetivado o convite como Ministro de Justiça. Dos ministros, Guedes foi sempre a pessoa que mais conversou com Moro mesmo após a saída do ex-juiz do Ministério da Justiça. Ou seja, Moro pediu a Guedes e não a Bolsonaro um apoio, se vai surgir efeito este reforço na campanha , será o eleitorado que acompanha a economia e sabe o estado que o país está atualmente.