No próximo domingo, dia 30 de outubro, será o dia de conhecermos o próximo presidente do país e também se a nossa bandeira será vermelha ou verde e amarela.
Não é mais novidade para ninguém que nesta reta final de campanha que o Supremo Tribunal Federal e Tribunal Superior Eleitoral destruíram a honestidade das eleições para favorecer o ex-presidente Lula (PT), vestindo abertamente a camisa de um só partido agindo imparcialmente em todas as decisões, se tornando o maior protagonista superando os candidatos.
Pode se afirmar que o que aconteceu no país é uma censura desajuizada, onde Ministros imprudentes atacaram a democracia para atender a um lado político de uma eleição que ficará marcada na história deste país como uma das mais acirradas e talvez armadas em favorecimento.
É fato a interferência do Presidente Alexandre de Moraes, do TSE, em conluio com os seus pares nas decisões que beneficiaram somente uma sigla, usaram dos artifícios e benefícios da lei de toda forma acintosa e escancarada neste segundo turno, sofrendo críticas até de ministros aposentados.
O ministro Alexandre de Moraes não cumpriu o que prometeu em seu discurso de posse em Agosto, quando disse que as decisões seriam “céleres” quando houverem transgressões e que a liberdade de expressão não poderão ser usadas para destruir a honra alheia e nem para propagar ideias contrárias às instituições e ao Estado democrático.
Ele não cumpriu tudo o que disse e após a censura realizada contra a rádio Jovem Pan, vários órgãos de comunicação escracharam a censura feita ao veículo de imprensa, revelando os diversos ataques debochados a democracia feita pela Suprema Corte do país.
O TSE favoreceu de forma aberta, violando as leis brasileiras, expropriando horário de propaganda eleitoral para entregar ao seu escolhido o tempo que cabe legalmente ao adversário e para piorar a situação chegou a boicotar envio de propaganda eleitoral de Bolsonaro (PL), à diversas rádios no país revivendo os piores momentos da ditadura, em matéria de brutalidade, arrogância e prepotência.
O descontentamento com as seqüentes ordens do TSE é impressionante. Havendo situações que estava sendo proibido mencionar até mesmo o caso da passagem de Lula (PT) pela prisão quando foi condenado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, o chamando de ex-presidiário da Lavajato.
São estas contradições de Alexandre de Moraes, que forçaram o brasileiro engolir com farinha a citação dele em sua posse de que “a intervenção da Justiça Eleitoral, será mínima, firme e implacável no sentido de coibir práticas abusivas ou divulgações de notícias falsas ou fraudulentas, principalmente daquelas escondidas no covarde anonimato das redes sociais, as famosas ‘fake news’. E assim atuará a Justiça Eleitoral, de modo a proteger a integridade das instituições, do regime democrático e da vontade popular”.
Não foi assim que ele agiu, usou da imparcialidade e uma grande parte da população brasileira enfrenta hoje o poderoso censor, que em menos de cinco anos de cargo público virou o PODEROSO CASTIGA do país, chegando ao ponto de mandar prender eleitores que fossem com a camisa da seleção brasileira votar.
UMA PENA, A JUSTIÇA SUBIU NA CABEÇA! A DIREÇÃO