O PROTESTO A FRENTE DOS QUARTÉIS

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Sustentando que a eleição de Luiz Inácio da Silva representa a volta ao Poder de cidadão seja proscritos da vida pública resolveram centenas de pessoas reunirem-se à frente dos quartéis para pedir a INTERVENÇÃO- JÁ, agora, dos militares.

Sabem todos ser improvável isso, pois, o Brasil vive numa democracia onde juízes mandam prender e encarcerar políticos e empresários passando por isto pelo constrangimento de serem denunciados com a pior de todas as qualificações imputadas a magistrados que é a imputação de suspeitos. Só para a prática dos atos depois, no exercício pleno da advocacia – emitir pareceres por indicação de alguns daqueles que botaram na cadeia recebendo pelos seus trabalhos vultosas somas em dinheiro (dólares) justificando, apos, tratar-se de serviços jurídicos pelos quais cobrou e pagou impostos de vendas.

E de SARTRE 1905/1980, em sua obra “Os seqüestradores de Altona” a expressão que bem cabe aqui: “detesto as vítimas quando respeitam os seus algozes”…

“VALENTINA NUNES, historiografia de grandes méritos, Doutora e Professora de Jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina traz a colação, em seu livro”, 365 Dias que Mudaram o Brasil não só a atuação política de grandes vultos, mas, também, a análise sociológica das multidões e as quais podem levar milhares de pessoas às revoluções tal como já aconteceu no Império e, agora, nos protestos de ruas fazendo com que se instalasse no País em 1964 uma Junta Militar, identificada em como a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, e, naturalmente, contra Fernando Collor pelo confisco da poupança corrupção e acertos entre os dirigentes maiores com os menores. Dessa convulsão participavam os Generais Castelo Branco, Costa e Silva, Emilio Garrastazu Médice, Ernesto Geizel e João Baptista Figueiredo e setores prestigiosos da Igreja Católica. Foi daí que, em 1984,o povão rebelou-se e partiu com tudo para pedir que a escolha do Presidente da República e de seu Vice, fossem feitas pelas eleições diretas. A mobilização foi grande, talvez, do tamanho do País. E do seu relato:

Os gritos nos locais públicos iam formando opiniões para, em seguida, transformarem-se em comícios.

Na hora presente repetem-se os mesmos alaridos. A consciência popular em parte a eleição do novo Presidente e sai para uma conspirata. Conspirata não é bem o termo. O que querem mesmo é que o Exército assuma os rumos da Nação, ainda, que se mantenha a instituição por fora e garantidora da ordem e da Defesa das Instituições. Nenhum Comandante de Unidades Militares manifestou-se, ainda, sobre as centenas de idealistas que reúnem, pacificamente, portando cartazes de repúdios a empunhando como símbolo dessa luta a BANDEIRA NACIONAL!

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