Com está realidade vigente em plena democracia, vamos adiante à sagrada missão de colocar o Brasil em seu verdadeiro lugar no contexto mundial. Sem a ilusão do passado, quando nos fizeram acreditar que havíamos chegado ao primeiro mundo, precisamos construir um país baseado na força de todos os seus filhos, independente de coloração partidária e sem mágoas por derrotas que nada ajudarão na construção do Brasil.
Elegemos um Presidente da República, que para alguns foi em votação soberana ditada pela democracia, sendo necessário agora que, apesar desta derrota para outros que serviu para alimentar o discurso de ódio pelo resultado, sequer se dignando a cumprimentar o adversário, como é norma em todos os países democráticos, nos voltemos todos para o futuro deste país.
Eleições agora só daqui a dois anos, em outro nível, e depois de quatro anos nas mesmas condições recentes, razão pela qual é preciso nos voltarmos para a necessidade de construir um Brasil melhor como é desejo da maioria.
Não é hora de se buscarem culpados ou quem quer que se considere vitorioso, porque antes e acima de tudo o Brasil deu ao mundo mais um exemplo de vitalidade democrática.
E isto precisa ser preservado, mais do que nunca.
Normal as mágoas que uma campanha deixa, ainda mais quando a derrota é difícil de aceitar. Mas é preciso conformar e buscar, nos erros do passado, as razões capazes de no futuro proporcionar vitórias como está que aconteceu em outubro de 2022, com uma diferença da ordem de 2 milhões de votos favorecendo a ala vermelha.
Respeite-se o resultado e, que fique bem claro, desde 1ª de janeiro de 2023, o Brasil tem como Presidente da República, o ex-presidiário Lula da Silva. Claro, e é natural, persistirão as lembranças de uma recente campanha fatídica, mas não podemos ficar permanentemente olhando o passado quando o futuro acena para nos mostrar o horizonte, que segundo os petistas serão de conquistas para o Brasil. Gostem ou não, o slogan ainda é plenamente válido e deve ser repetido: “BRASIL ACIMA DE TUDO E DEUS ACIMA DE TODOS”.
O direito livre e democrático de discordar é ditado por nossa Constituição soberana. Precisamos fazer nosso papel como brasileiro na mais legítima expressão do termo. Ninguém, neste país continente é mais ou menos brasileiro. Somos todos iguais e devemos manter nossa luta por esse direito de forma livre e democrática.
Vamos dar aos novos deputados e senadores um voto de confiança em suas ações a partir de 1º de fevereiro e dar tempo ao tempo, sem julgamentos antecipados, permitindo que eles tenham responsabilidade nas novas escolhas, correspondendo com a realidade de nosso pensamento democrático.
Não é hora de fingir. É hora de acreditar.
A DIREÇÃO