O ego da família Requião deve estar abaixo do capacho nesta última semana.
A família foi destaque em vários blogs políticos de Brasília em uma verdadeira “tiração” de sarro do abandono petista com a dupla paranaense. Realmente avaliem o que deve estar fazendo a falta de uma boquinha no governo de Lula da Silva (PT) ao ex-senador Roberto Requião.
A situação de estarem relegados pelos petistas começa a causar pequenos constrangimentos a toda família e também ao próprio partido. A única voz da família atualmente é o filho, Mauricinho Guarengui Requião, que é deputado estadual do PT, que usa a tribuna da Assembleia Legislativa para fazer o clamor e reclamar de ter sido avisado de última hora sobre a presença dos ministros Flávio Dino, da Justiça, e Nísia Trindade, da Saúde, em um evento no estado para entrega de recursos ao governador Ratinho Jr.
O pior foi ainda o desencontro de agendas de Dino e Trindade com Requião Filho que sobrou até para os ministros Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e Rui Costa (Casa Civil) e suas respectivas assessorias levando a famosa juntada de incompetência.
O choro de Mauricinho declamado foi: “Acabou a campanha e esqueceram-se de seus apoiadores no Paraná, fazendo questão das informações virem de última hora, por e-mails institucionais, sem preocupação alguma de confirmação da presença”. Onde está o bom político Lula, hábil e feito de relações, que nem se quer orienta sua equipe para esses cuidados?”
Com os olhos lacrimejando voltados para a última eleição, Roberto Requião de Melo e Silva, certamente escreve em sua memória uma história política que, daqui a pouco, quem sabe, estará se transformando em mais uma biografia, autorizada ou não, que conte um pouco de sua história de vida que está se encerrando e de uma forma bem merecida pelo que fez a diversos políticos e a ex-amigos que hoje estão em outros partidos sorrindo da desgraça que passa por ser largado e sentindo-se usado como sempre fez com ex-aliados.
Restará o filho, Maurício Requião de Melo e Silva, que o pai conseguiu promover na política paranaense, como o último remanescente de um clã familiar que por muitos anos foi manchete, ocupar espaços políticos de nossa história, mas que pelas brigas no partido que mal entrou deve-se encerrar em breve.
O que se sabe que não serão poucas as caixas de lenço para amenizar este choro dos ingratos e pelo que fizeram a muitos aliados a compra será de carretas.
Que assim seja!
