JAIR BOLSONARO COM A  INEGIBILIDADE EM  CONTAGEM REGRESSIVA

bolso reta

Como mudou o judiciário brasileiro sob o comando dos conhecidos ministros desde os movimentos ocorridos no dia 8 de janeiro em Brasília. Parece que os atos trouxeram um senso de urgência aos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou do Supremo Tribunal Federal impressionante.

Principalmente aos adversários do Partido dos Trabalhadores ou do Presidente Lula da Silva.

Nesta quinta-feira (22) estava sendo discutido a inelegibilidade de Jair Bolsonaro (PL), onde o TSE julgaria a conduta dele durante uma reunião realizada em julho do ano passado, no Palácio da Alvorada, para atacar o sistema eletrônico de votação.

A legalidade desta reunião foi questionada pelo PDT, outro partido que serve mais de sustentação de governo do que ideologia própria, citando que ele usou toda a estrutura da Presidência da República de maneira a beneficiá-lo e questionar  a segurança das urnas eletrônicas e das eleições no evento.                                                                                                             A sessão começou pela manifestação do relator do processo, ministro Benedito Gonçalves, que fez a leitura do relatório da ação, mas o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, após a leitura preferiu suspender na parte da tarde o julgamento da ação protelando para outra semana.                                                          O ritual já está definido e será na terça-feira (27) o veredito,pois começará com a leitura do voto do relator, o ministro Benedito Gonçalves e, na sequência os demais ministros Raul Araújo, Floriano de Azevedo Marques, André Ramos Tavares, Cármen Lúcia, Nunes Marques e o presidente do Tribunal, Alexandre de Moraes irão votar.                                                         Pela rapidez que estão se armando nos bastidores tudo está definido e Bolsonaro ficará inelegível por oito anos e não poderá disputar as próximas eleições.

A idéia de colocá-lo na prisão poderá ser em  outra etapa…

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