*Condenado*
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal manteve a condenação do deputado Ricardo Arruda (PL) por ofensas e difamações contra a ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais). Nas redes sociais, o deputado associou o PT ao crime organizado e proferiu ataques pessoais contra a ministra. O TJDF considerou que as declarações ultrapassaram os limites da liberdade de expressão, configurando abuso de direito e violação à honra. Arruda terá que pagar indenização por danos e ainda fazer uma retratação pública.
*Economia*
Desde que foi lançado pelo Banco Central em 2020, o Pix já proporcionou economia estimada de R$ 106,7 bilhões aos brasileiros, de acordo com estudo inédito do Movimento Brasil Competitivo (MBC) obtido pela Folha de S.Paulo. Apenas no primeiro semestre de 2025, a redução de custos foi de R$ 18,9 bilhões, resultado principalmente da substituição de transferências via TED e pagamentos com cartão de débito pelo sistema instantâneo.
*Tchutchucas*
Cinco dos 11 parlamentares bolsonaristas que obstruíram a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, podem ter o mandato suspenso por seis meses, conforme pedido do PT, PSB e Psol. São eles: Júlia Zanatta (PL-SC), Marcel van Hattem (Novo-RS), Marcos Pollon (PL-MS), Paulo Bilynskyj (PL-SP) e Zé Trovão (PL-SC).
*Perdão*
Um dia após o fim do motim bolsonarista no plenário da Câmara dos Deputados, o líder da bancada do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), pediu perdão ao presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). “Ontem, com o acirrar dos ânimos, se eu, com vossa excelência, não fui correto, te peço perdão da tribuna da Câmara. Não fui correto no privado, mas faço questão de vir em público te pedir perdão”.
*Encontros*
Enquanto o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) se encontrava com o ex-presidente Bolsonaro (PL), o presidente Lula (PT) recebia o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab – secretário de Governo de Tarcísio. Lula disse a Kassab que o centrão vai pagar caro eleitoralmente se continuar defendendo Trump.
*Kit-UBS*
A Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS comprou 180 mil equipamentos (R$ 1,8 bilhão) para as unidades básicas de saúde de cinco mil cidades brasileiras. Entre os produtos, estão 10 mil combos com 18 equipamentos estratégicos cada, entre eles ultrassom portátil, desfibrilador, laser terapêutico, retinógrafo e equipamentos para telessaúde.
*Sócio*
O Paraguai é sócio do Brasil na Itaipu Binacional e recebeu da usina US$ 303 milhões de janeiro a julho deste ano. Os recursos foram repassados em forma de royalties, transferências de energia e lucros pagos à estatal Ande (Administração Nacional de Eletricidade). Foram US$ 150 milhões em royalties e US$ 110 milhões em repasses de energia. A Ande recebeu US$ 43 milhões, somando lucros e reembolsos de custos administrativos e de supervisão.
*Federação*
MDB e Republicanos devem formalizar a formação de uma federação para as eleições de 2026. Os presidentes estaduais Sérgio Souza (MDB) e Marcelo Almeida (Republicanos) divergem sobre a aliança na eleição com o PSD do governador Ratinho Júnior. O MDB, inclusive, trabalha o nome de Renato Adur na vice do candidato do PSD ao governo do Estado.
*Procura-se*
Trump aumentou de US$ 25 milhões para US$ 50 milhões (R$ 272 milhões) a recompensa por “informações que levem à prisão” do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. “Ele é um dos maiores narcotraficantes do mundo e uma ameaça à nossa segurança nacional”, acusou a procuradora-geral Pam Bondi em um vídeo publicado em sua conta na rede social X. “O regime de terror de Maduro continua”, acrescentou sobre o líder chavista, cuja reeleição desde 2018 é considerada fraudulenta por Washington.
*Suspensão*
A Defensoria Pública e o Ministério Público recomendaram a suspensão imediata de uma campanha publicitária do Super Muffato que utiliza os personagens Smurfs para promover ações de marketing. O material, veiculado tanto nas lojas físicas quanto em canais digitais da rede, incentiva consumidores a adquirir produtos e acumular selos que podem ser trocados por bonecos infantis.
*Abusiva*
Segundo as instituições, a iniciativa pode configurar publicidade abusiva direcionada ao público infantil. No documento administrativo enviado à empresa, foi estipulado prazo de 72 horas para que a rede se manifeste e interrompa a campanha. Caso a recomendação não seja atendida, medidas judiciais poderão ser adotadas.