O leitor pode imaginar que estou fora de eixo, pois ladrã é ladrã e, portanto, é criminoso e via de consequência credor de desprezo!
Todavia, até mesmo entre os desprezíveis há uma escala de mais e menos, assim destaco que o ladrã que pratica o roubo com risco a sua integridade física, não tem absolvição nem muito menos diminuição de pena, mas destaco que pelo menos é ladrã dotado de coragem pessoal
Agora convenhamos ladrã de senhorinhas aposentadas, e velhinhos na mesma condição aí não! SEM PERDÃO!
E sobre este tema a Câmara Federal tem a responsabilidade e o dever de aclarar fatos e estabelecer verdades, e nelas separar com profundo zelo e atenção culpados e sobretudo, destacar inocentes.
Não me assola a dúvida no que tange a culpabilidade de Lupi e do outro ladravaz Presidente do INSS. Isto no tempo atual. Afirma-se, contudo, que em 2021 ocorreram golpes, como por exemplo, a liberação do consignado pelo Banco Central. E desta liberação decorreria a liberdade para grupos criminosos em tese, atuarem com volúpia extrema, passando a fazer desconto em folha, sem a devida, necessária adesão por escrito do “beneficiário”!
Dentre os tantos destaques para atividades ilegais, o Impacto destaca nesta edição o Senhor Luciano Fracaro, que tem empresa destinada seguridade. Se bem me lembro Luciano é sujeito simpático, dado a cantorias sertanejas, e bem-falante convence a um e todos.
Ostenta enorme riqueza aparente, e faz questão de visibilidade!
Em sua defesa em procedimento legal afirmou que sua empresa detinha capital social de dez mil reais e sua renda era apenas de trinta mil mensais.
Confesso que não tenho competência para analisar o perfil psicológico de indivíduos que em tese afanam da terceira idade e ao mesmo tempo posam em iates! Certamente um psiquiatra qualificado traçaria o perfil, mas mesmo ao leigo está evidenciada a psicopatia!
Nesta etapa há que ter cautela para a repugnante prática não contamine nossa coluna e corramos o risco de manchar reputações de parlamentares ou cidadãos comuns que eventualmente citados, sejam ao fim e ao cabo, inocentes.
Mas quero afirmar que estou pesquisando e muito, porquanto mandato parlamentar tem que ser exercido com responsabilidade plena e, sobretudo, em favor do eleitor.
O IMPOSTO DE RENDA
Então, a isenção foi votada e o Colégio apresentou 493 votos favoráveis, e por óbvio 18 votos ausentes. Ora, como as ausências são justificadas, deve-se considerar que a votação foi unânime, o que representa a aceitação do povo brasileiro, visto ser a Câmara Federal reconhecidamente o cadinho da sociedade, como tantas vezes já escrevi aqui.
Fácil ultrapassar, portanto, o questionamento quanto à importância da referida isenção. O efetivo questionamento que remanesce, pelo menos no meu modesto julgamento, é referente ao baixo valor da isenção em apreço, posto que dez mil reais representassem melhor esta “boutade”.
O que me incomoda e intriga é que a toda ação positiva, e está sem embargo, é uma delas do atual governo, adiciona-se uma pérola discursiva que tende sempre a aumentar o fosso entre os mais ricos e os menos ricos.
Irrita-me muito a exploração política de uma circunstância típica do mercado, qual seja, indivíduos mais bem-sucedidos – seja este sucesso de que natureza possa ser – são mais ricos que os menos bem-sucedidos. Ora, essa lógica simples e desprezível de governos de esquerda de que o equilíbrio social deve ocorrer tirando dos mais ricos para beneficiar os mais pobres, me leva a uma pergunta que é inexorável no caso brasileiro: o mais rico segmento do Brasil, sem dúvida, é o representado pelos nababos da vida pública; e para espancar qualquer dúvida, desde logo me remeto a quanto custa o casal Lulle e sua Cuidadora. Qualquer breve visita a relatórios de viagens da dupla, nos causa minimamente engulhos. Um exame perfunctório sobre quanto custa o dia a dia da ilha da fantasia chamada Brasília tem o condão de, desde logo, dar maior suporte ao comentário que aqui elaboro.
Creio que só poderemos dar um mínimo de crédito a um governo quando o assunto em tela for distribuição de renda quando esse governo tiver propostas inclusivas sérias e bem fundamentadas, e sobretudo, for um exemplo de comportamento.
Certamente, este não é o caso do governo Lulle. De qualquer sorte, vale aplaudir a medida que efetivamente é uma maneira prática de redistribuição de riqueza.
E A CPMI?
Inobstante já tenha visitado o tema nesta coluna, creio importante enfatizar que há uma clara queda de braço entre deputados e senadores que querem levar a sério sua função, e membros do Executivo e da Suprema Corte que insistem em criar salvaguardas cujo objetivo protetivo é impedir que a Comissão realmente cumpra sua função.
É perceptível que tanto o Presidente quanto o Relator e parte dos membros deseja cumprir a sua missão de dar uma resposta aos milhões de aposentados deste país que são vítimas de diferentes quadrilhas escondidas em sindicatos ou em funções públicas; quadrilhas estas que enriqueceram à custa da miséria de cidadãos brasileiros.
Pudesse eu me dirigir de forma direta a Relator e ao Presidente, pediria humildemente que eles permanecessem rijos e fortes no seu objetivo de servir à Nação.
Agora, convenhamos: como cidadão comum, como simples CPF, é impossível não sentir uma vontade imensa de dar um soco bem dado no nariz do Careca do INSS, ao cabo do qual seria muito adequado quando a mão direita baixasse, com uma esquerda no queixo do advogado do dito Careca! Certamente, há um limite para suportar o chiste e o menoscabo desses desqualificados em confronto com a dignidade e o interesse dos aposentados.
E A ANISTIA, HEIN?

Nesta semana, fomos surpreendidos com mais uma peripécia vinda de Brasília. A peripécia em apreço retratava reunião de Paulinho da CONTAG, também conhecido como Paulinho da Força; o pai de Alexandre de Morais, Temer; e o neto do Tancredo Neves.
Quando vi essa imagem, me lembrei de alguns drinks. Confesso que considerando esses três ingredientes nem pensei no metanol – até porque o desastre proposto pelos 3 é maior que a ingestão do mortífero líquido.
Quando uma esperança de uma parcela da população brasileira fica sob a responsabilidade de um corrupto como o atual Presidente da Câmara Federal, o Huguinho Motta é imaginável ter a expectativa de que boa decisão aconteça.
Ao anunciar o trio parada dura – e muito dura, por sinal – Huguinho sepultou a expectativa de uma possível anistia. E nesse aspecto, lembro que o Brasil já vivenciou o perdão. Perdão esse que recuperou gente do calibre de José Dirceu, Dilma Rousseff e até mesmo o indefectível e inenarrável Gabeira da tanguinha.
Pois bem. Viver o perdão é de alguma maneira qualificar-se para a bem-aventurança. Quando vejo os apedeutas histéricos gritando “não à anistia”, simplesmente porque não convivem com a realidade e, sobretudo desprezam a dialética, sou obrigado a reconhecer que faço parte de um povo sem cultura, sem educação, sem memória, e sem espírito cristão.
Enfatizo que os mesmos idiotas e ignaros que insistem em não perdoar uma moça que copiou uma frase de um Ministro do Supremo Tribunal Federal, perdoaram inclusive pessoas que cometeram homicídio.
ELEIÇÃO PRESIDENCIAL
Toda vez que qualquer um de nós pensa, e mais que pensar, escreve sobre o fato político futuro, tem que ter a responsabilidade de lembrar que o raciocínio é construído consubstanciado na realidade presente, e que efetivamente o quadro eleitoral forma-se após as convenções partidárias. Portanto, tudo que se fala, constrói, ou imagina em relação à questão, reitero, é embasado na realidade do momento.
E a realidade deste momento é que o adversário de Lulle, este sim, candidato à reeleição se a bebida não interromper sua caminhada, e parece que nesta etapa ele anda sendo preservado pela Cuidadora, deverá ser o senhor Ratinho Jr, atual Governador do Paraná.
Nesta semana, ao visitar Bolsonaro, Tarcísio enfatizou sua condição de candidato à reeleição do governo de São Paulo. Em sendo assim, compele Kassab a subscrever a candidatura de Ratinho Jr.
O jovem governador tem fatores relevantes que amparam tal caminho, especialmente no âmbito familiar com esposa e filhos apoiando tal desafio.
É inequívoco que o trabalho desempenhado pelo jovem governador lhe dá suporte para dizer ao Brasil que tem condição de ser presidente e um simples audiovisual de tudo o que foi feito neste período de governo lhe garantirá o bom sentimento do eleitor brasileiro.
Lembro por oportuno que Collor comoveu a todos com um trem de brinquedo e uma montanha de arroz em deterioração. E o vídeo em apreço deu o start para aquele pleito.
Imagino um vídeo mostrando todos os atos e ações positivas do atual governo, cominando com uma imagem da sensacional obra de engenharia que é a Ponte de Guaratuba.
Não é segredo para ninguém que há anos defendo nos veículos de comunicação escrita, falada ou televisionada que ocupei, a candidatura de um paranaense à Presidência da República. Por absoluta coerência, portanto, devo escrever que apoiar “Juninho” é apoiar, sobretudo, aquilo que penso durante toda uma vida…!
E APOIAR BASTA?
Certamente que não. Este é um momento em que o Paraná tem que mudar sua conduta histórica. A velha piada de que o diabo por aqui não precisa de fiscal tem que definitivamente acabar. O Paraná, terra de todas as gentes, tem uma oportunidade histórica relevante; e esta oportunidade transcende as meras siglas políticas ou simples viés ideológico.
Ao longo da história deste pujante povo, contribuímos desde sempre para a riqueza desta amada Pátria, seja no início da colonização deste país, nos momentos de descoberta do caminho do Iguaçu; seja na época do lombo de burro e do caminho dos tropeiros; seja em tempos mais recentes da Quinta Província de São Paulo, e finalmente, no Dezenove de Dezembro de 1853, quando nascemos como estado da Federação.
Desde então, a marca da terra de todas as gentes é acolher a um e todos e contribuir para que o Brasil definitivamente transforme-se num país laborioso, livre e bem-sucedido; pois é chegado o tempo e sem embargo, agora é a hora. É agora a hora que nos unamos todos, e que cada um, dentro da sua condição pessoal, contribua para que finalmente o Brasil possa ter como presidente eleito um paranaense.
ORAÇÃO DE OGIER BUCHI: Nesta semana, oro para que o Paraná finalmente possa ter um povo unido com objetivo comum. Amém!