A cada dia um novo capítulo tem ganho destaque nos meios políticos do estado com relação ao possível indicado do PSD pelo governador . Estás denúncias envolvem o secretário das Cidades, Guto Silva, e dois de seus assessores que vieram à tona após a divulgação de áudios e mencionam pedidos de dinheiro para cobrir dívidas de campanha de 2022. Segundo os trechos divulgados, os pedidos teriam sido feitos em nome de Guto Silva — não do governador Ratinho Junior, que nem saberia destes pedidos feitos pelo time de Guto.
Por enquanto Guto Silva desfila nas areias de Caiobá, com várias postagens diárias na tentativa de se desligar de todo este azeite quente que já está queimando forte na frigideira e, que deve aumentar a medida que se chega mais perto das convenções. Nas redes sociais já se nota que está difícil de emplacar o engajamento no estado do Paraná. O nome não decola e a simpatia do dito cujo já está caindo por terra em várias cidades do interior mesmo com toda arquitetura montado pelo marqueteiro de plantão, que tem colocado Guto até em víideo jogando bolinha de gude na areia para exaltar o pré-candidato.
GRAVAÇÕES
As gravações citam valores milionários, pressão
por cargos e disputas por influência em estatais
estratégicas do Paraná. Em um dos diálogos, atribuído
a Rafael Sanita Malaguido, há menção direta
a empresas públicas:
“Os caras estão vindo babando em cima de Sanepar,
Copel e CoHapar.”
Em outro trecho, atribuído a Jaime Antônio de
Camargo Ferreira, surge a referência explícita a
cifras elevadas e à campanha estadual:
“Isso aí é 4 milhões que você falou para mim,
é da campanha do governador. ”
Os áudios também mencionam o Programa de
Participação nos Resultados (PPR) da Sanepar —
benefício previsto em acordo coletivo — como
possível alvo de retenção informal de valores por
funcionários indicados politicamente. Caso comprovadas,
as práticas podem configurar abuso de
poder econômico e desvio de finalidade administrativa.
A gravidade das denúncias cresce quando
confrontada com os dados oficiais da prestação
de contas da campanha de reeleição de Ratinho
Junior em 2022.
ADVERSÁRIOS DEFINIDOS NO CALENDÁRIO
Do outro lado do tabuleiro, os principais adversários
aguardam confirmação formal nas convenções
partidárias, previstas entre 20 de julho
e 5 de agosto de 2026. Os nomes mais cotados
são o senador Sergio Moro, pelo União Brasil, e
Requião Filho, que deve disputar o governo em
uma federação entre PDT e PT. O primeiro turno
das eleições está marcado para 4 de outubro,
com eventual segundo turno em 25 de outubro
de 2026.