Araucária voltou a ser assunto — e, mais uma vez, não é por boas razões.
Desta vez, o protagonista é o presidente da Câmara Municipal, vereador Pastor Eduardo Castilhos (PL), que conseguiu a proeza de transformar a tribuna do Legislativo em palco de constrangimento público.
Durante a sessão desta terça-feira (03), ao comentar um boato de que teria uma amante, o parlamentar resolveu “brincar” com o assunto. Em tom de deboche, disse ter curiosidade em conhecer a suposta mulher para saber se ela era bonita e disparou a frase que viralizou — e chocou:
👉 “Vai que é mais feia que minha esposa.”
Sim, da tribuna oficial da Câmara, o presidente escolheu se defender de fofoca diminuindo a própria esposa.
A reação foi imediata — e previsível:
📌 Mulheres viram na fala mais um exemplo de machismo travestido de piada.
📌 Parte da população se revoltou com a exposição e o rebaixamento público da esposa, que nada tem a ver com boatos políticos.
📌 Aliados tentaram minimizar, chamando o comentário de “ironia”, como se ironia justificasse falta de respeito.
O episódio escancara algo maior que uma frase infeliz: levanta dúvidas sobre postura, maturidade e senso de responsabilidade de quem ocupa um dos cargos mais importantes do Legislativo municipal.
Quando um presidente da Câmara usa o microfone oficial para fazer chacota — e ainda às custas da própria esposa — o problema não é o boato.
O problema é quem acha normal agir assim.
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