Prefeitos de todo o país se reuniram em Brasília na terça-feira (24), para protestar contra alguns projetos em análise no Congresso. De acordo com a Confederação Nacional de Municípios, cerca de dez propostas, chamadas pela entidade de “pautas-bomba”, podem causar um impacto de R$ 260 bilhões aos cofres municipais.
De acordo com nota da entidade, o maior aumento de gastos viria da proposta de emenda à Constituição proposta pelo governo Lula, que institui aposentadoria especial para Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate a Endemias. Somente esse projeto, segundo a nota, pode elevar o déficit dos municípios em R$ 103 bilhões.
O presidente da Confederação Nacional de Municípios, Paulo Ziulkoski, afirma que o maior prejuízo com esse aumento de gastos será da população. Paulo Ziulkoski acrescenta que a criação de pisos salariais também preocupa. Ele afirma que somente a correção dos pisos remuneratórios de médicos e dos profissionais da educação básica pode elevar as despesas municipais em R$ 50 bilhões.
Os prefeitos ainda reclamam de projetos que preveem, por exemplo, a criação de novas escolas em zonas rurais ou a contratação de pessoal para instituições de longa permanência e para apoio a alunos com deficiência que vai custar mais de R$ 80 bilhões. Para tentar amenizar a situação Gleisi Hoffmann e Ênio Verri tentaram promover uma reunião para aliviar o clima que estava pesado em Brasília, mas o convencimento não foi o esperado por toda a comitiva de prefeitos que estavam lá.
PERGUNTAR NÃO OFENDE:
GLEISI, PADILHA E ENIO SUBIRAM AS ESCADAS DA MANSÃO DO LOBBY?

QUEM DISSE FOI O ESTADÃO, NÃO FOI O IMPACTO PR.!!