Enquanto Sergio Moro já desembarcou no PL, Cristina Graeml segue parada no União Brasil — e cada vez mais isolada.
O motivo é simples: no PL, o espaço já está ocupado por nomes como Deltan Dallagnol e Filipe Barros.
Para ela, sobraria apenas uma disputa à Câmara, bem longe do sonho do Senado. Como se não bastasse, pesa contra a pré-candidata uma dívida de R$ 179 mil por contas reprovadas no TRE, ainda pendente desde sua passagem pelo PMB e tem mais algumas que devem incomodar nos próximos meses. Sem quitar o valor, corre o risco de não conseguir registrar candidatura. Sem espaço, sem apoio e com pendência na Justiça Eleitoral, Graeml vê o projeto político desandar — enquanto até Flavio Bolsonaro já a deixou fora da lista de prioridades no Paraná.