OS INTOCÁVEIS MINISTROS:QUANDO A “ZORRA TOTAL” TOMA CONTA DO SUPREMO E SUAS NEGOCIATAS NA SURDINA

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A reação do Supremo Tribunal Federal ao relatório da CPI do Crime Organizado foi rápida — quase reflexa. Bastou surgir a proposta de indiciamento de ministros como Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes para que o documento fosse imediatamente carimbado como “abuso”, “cortina de fumaça” e ameaça institucional.

Curioso!!!  Quando o alvo é o topo do poder, investigar parece virar ofensa.

Ministros como Gilmar Mendes e Dias Toffoli trataram o episódio como um desvio grave da democracia, mas esquecem as denúncias dos pagamentos de R$ 129 milhões a mulher de Xandão e os esquemas do Tayaya de Dias Toffoli e, até os honorários do ex-ministro Lewandoski.                               

O resultado? Um cenário em que a reação vem antes da explicação, a crítica vira ataque e o questionamento vira problema.

Ou talvez seja apenas a mais alta Corte do país operando em um nível tão sofisticado que, para o cidadão comum, tudo começa a parecer o antigo programa da Globo e que poderia ser um novo modelo como “ A ZORRA TOTAL DO JUDICIÁRIO”!

Uma auto blindagem que tenta esconder as maiores negociatas com empresas e empresários que possuem processos no STF

RELATÓRIO INÉDITO NO BRASIL!

Publicado na madrugada da terça-feira (14), foi o relatório da CPI que pede pela primeira vez na história, o indiciamento de ministros do STF, como Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. O documento também aponta “omissão total e silêncio institucional” do procurador-geral Paulo Gonet em relação ao caso investigado. Além disso, o texto recomenda que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decrete intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro.

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