QUAIS PADRINHOS VÃO EMPLACAR SEUS ESCOLHIDOS NO SEGUNDO TURNO?

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O Paraná vai virar uma arena. Com 8,4 milhões de eleitores e status de 5º maior colégio eleitoral do país, segundo dados do TRE-PR, a disputa pelo Palácio Iguaçu em 2026 promete menos debates e mais embates, no estilo da pancadaria política — daquelas sem luva. Os marqueteiros de primeira linha contratados pelos partidos que tem o a maior fatia do fundão eleitoral já estão se preparando com matérias investigativas, vídeos de escracho, dossiês e beliscadinhas de tik-tok programadas.

Já estão se posicionado para os embates Sandro Alex do PSD apoiado por Ratinho Jr; Sergio Moro pelo PL apoiado por Flavio Bolsonaro, Requião Filho pelo PDT/PT apoiado por Lula; Rafael Greca pelo MDB apoiado por Baleia Rossi, Tony Garcia pela Democracia Cristã apoiado por João caldas, Luiz França do Missão apoiado por Renan Ferreira.

MORO:  O ALVO A SER ATINGIDO

No centro das discussões está Sergio Moro. Líder nas pesquisas até aqui, virou alvo preferencial — porque, como sempre, quem está na frente apanha de todos os lados. E não é pouco. Moro conseguiu algo raro: puxar gente de outros campos políticos e reorganizar o jogo. Resultado? Virou o adversário a ser abatido e hoje qualquer deslize nos seus discursos atrapalhados serão usados como arma de desgaste nas redes sociais.

GRECA E SANDRO ALEX

Entre os aliados do atual governo estadual, Rafael Greca (MDB) surge como um dos nomes mais competitivos, sendo o melhor colocado nas pesquisas dentro desse grupo até agora. Com forte recall administrativo e capital político consolidado, Greca pode surpreender na evolução da disputa. Já Sandro Alex (PSD), entra no jogo com o peso do apoio do governador, fator que pode influenciar diretamente tanto no crescimento nas pesquisas quanto nos índices de rejeição ao longo da campanha. O que se sabe que junto com esse pacote completo vem a cobrança, denúncias e o desgastes de final de mandato.

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