A FALTA DOS VETERANOS NO PARANÁ E BRASÍLIA

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As eleições de 2022 causaram um verdadeiro espanto para muita gente e muitas intrigas a vários deputados veteranos, que seriam nomes garantidos da tradicional política do estado e não conseguiram repetir as últimas votações em busca da reeleição. Nomes que estiveram ativos nos cargos defendendo suas regiões  na solicitação de recursos, emendas e a população não reconheceu o trabalho ou não teve acesso de informações positivas que alguns deles desempenharam nos últimos 3 anos e 10 meses.

   Uma taxa muito alta de substituições com uma substituição de 46% na Assembleia Legislativa e de 36% na bancada federal em Brasília, que deixou de fora deputados como Nelson Justus (UB), Plauto Miró (UB), Michele Caputo (PSDB) Luiz Carlos Martins (PP), Plauto Miró (União Brasil), Christiane Yared (PP), Gustavo Fruet (PDT), Mara Boca Aberta (PROS) e Rubens Bueno (CIDADANIA) que não foram eleitos.

    Está enorme renovação refletiu em uma situação de que dos atuais 54 deputados da Assembleia, 23 não estarão na 20º legislatura e 31 dos atuais estarão novamente. Veteranos que foram eleitos em 1990 como Plauto, Nelson e Luiz Carlos Martins ficaram de fora. O ex-presidente da Alep em duas legislaturas, Nelson Justus (UB) recebeu  38.779 votos, mas ficou apenas como primeiro suplente da sigla  e deve assumir o cargo pois governador Ratinho Jr. irá chamar Marcio Nunes (PSD) para a Secretaria do Meio Ambiente Brasil. Nelson em 2018  teve menos votos (34.349) que a de 2022 e este ano ficou fora com maior votação.

LUIZ CARLOS MARTINS, PLAUTO E O FURO DO CAIXA DO UNIÃO BRASIL

       O conhecido Luiz Carlos Martins (PP), do slogan “OI GENTE QUERIDA”, estava na casa desde 1988 e teve nesta eleição uma redução de 45% de votos baixando de 44 mil para 24.544 votos.

     O ex-primeiro secretário da Assembleia, Plauto Miró da região de Ponta Grossa conseguiu 21.735, bem menos que os 36.332 votos de 2018. Sem recursos do fundão e fazendo campanha com os próprios recursos, Plauto saiu atirando em toda direção do partido do União Brasil devido à falta de coerência, absurdos na distribuição dos valores e que vai até as últimas instâncias para provar as irregularidades.

   Apesar do partido União Brasil ter eleito Sergio Moro como senador e alguns nomes novos como Geraldo Mendes, Tiago Buhrer, Ney Leprevost e Flávia Francischini o caixa ultrapassou os gastos internamente  e comentava-se que a conta ultrapassou os R$ 800 mil, e não foi afastada a hipótese da possibilidade  de se passar o chapéu para uma coleta de emergência, pois  a correria era grande para tapar os compromissos assumidos mesmo com muita gente veterana não ter pego nenhum valor do fundão eleitoral 

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