Muitos eleitores e políticos não acreditavam mais que Geraldo Alckmin (PSB), retornasse a política e acabasse se tornando o vice presidente do Brasil. Nem os mais otimistas dos tucanos, ex-companheiros acreditavam que ele iria se unir a um adversário e participar da eleição coligado como os Partidos dos Trabalhadores.
Alckmin já era considerado como um ex-político depois de ser denunciado na lavajato e de sofrer o pior resultado eleitoral quando disputou pelo PSDB, o ex-partido, as eleições presidenciais em 2018. Os números das urnas foram decepcionantes e ele teve 4,76% dos votos ficando em 4º lugar.
Nem nos melhores roteiros de filmes iria se acreditar que um tucano iria dar a volta por cima se aliando a um adversário petista e conquistando a vice presidência do país. Para muitos Alckmin já era uma carta fora do baralho e ele ao se filiar no PSB, acabou sendo uma opção de ser um representante da direita dentro da coligação de esquerda.
A articulação com o nome de Alckmin junto do Partidos dos Trabalhadores voltou a circular quando Fernando Haddad (PT), juntamente com o ex-secretário de Educação de Alckmin, Gabriel Chalita, pensaram em uma arquitetura improvável dentro da política brasileira. Um tucano como Alckmin o possível vice de Lula da Silva (PT) no ano de 2022.
Está jogada foi o nascimento da famosa “frente ampla” que uniu os dez partidos que apoiaram Lula na eleição. Está coligação foi à maior junção de partidos unidos para disputar uma eleição presidencial da história no Brasil. Como uma fênix, Alckmin surge das cinzas e consegue alcançar o posto mais alto da carreira política como vice presidente da República de 2023 a 2026 caso não venha ocorrer nenhum percalço neste espaço de tempo.