ALEXANDRE DE MORAIS HIPERBÓLICO 

ogier dree

A cada nova decisão do Ministro Morais a característica de grandeza, de exagero fica mais evidenciada. Nada há o que o constranja e o remeta ao texto constitucional que ele com clareza e invejável compromisso didático ensinou em festejado em livro. Portanto, desde logo há que desconsiderar desde logo qualquer possibilidade de o Ministro desconhecer o Direito em especial o Constitucional.  

A pergunta que pulsa é: Por que assim procede diuturnamente o  jurista?  Claro é extremamente difícil encontrar uma resposta que seja objetiva, clara e informe a sociedade civil que vive em total sobressalto posto que a Polícia Federal, é utilizada a para operações que demandam esforço hercúleo, recursos financeiros e um envolvimento direto de setor privilegiado da mídia, convocada que é para coberturas. Nesta última operação Venire que significa “vir”, o desiderato seria e é provar que o ex Presidente teria participado de crime de falsidade ideológica com finalidade de falsificar carteira ou comprovante de vacinação! Inobstante, entenda que qualquer figura pública tenha o dever de cumprir a lei, também entendo que envolver todo este esforço e o sagrado dinheiro do povo brasileiro, nesta operação policial hiperbólica caracteriza muito, mas muito mais um ato de desmesurada perseguição ao agora cidadão Jair, que uma necessária atuação em favor de transparência da vida pública brasileira.

CONSEQUÊNCIAS DA HIPERBÓLICA VENIRE 

Muitos se perguntam sobre o que acontecerá ao cidadão Jair caso a operação seja bem sucedida e   haja uma prova de culpa do acusado. Bem, a lei é clara e na hipótese de que ela seja aplicada, o que tem sido raro quando se trata de Supremo, o cidadão será processado em sede de primeira instância e neste julgado, oferecendo-se a ele o contraditório e os recursos previstos na legislação. Em caso de condenação em Segunda Instância, e só nesta hipótese se pode falar em prisão se for do texto da condenação e perda de direitos políticos. 

HIPÉRBOLE MIDIÁTICA  

Parece de fácil conclusão que não será esta “Venire” que vitimará Jair. Pelo contrário a expressão que é utilizada com frequência em Direito, posto que inobstante não tenho previsão expressa sua aplicação decorre da boa fé objetiva e da lealdade exigível de contratantes pode significar que o cipó de aroeira poderá dar no lombo de quem mandou dar, como escreveu Vandre, o músico em um de seus clássicos. 

A exacerbação da mídia alinhada e de parlamentares da situação tem uma explicação irrefutável. O episódio serviu para desviar a atenção do povo brasileiro da presença física de Jair em Ribeirão Preto, onde foi literalmente ovacionado no domingo e no “sapeca Iaiá” que o projeto da Censura tomou na Câmara Federal.  

HIPERBOLICOS JOSÉ DIRCEU E SEU GURI ORLANDO SILVA 

 A esquerda como um todo está organizada e segue o planejamento master do seu guru Pedro Caroço, também conhecido como José Dirceu. Se hipérbole tem sinônimo, o sinônimo é Dirceu: vaidoso, espalhafatoso, narcisista, e eterno grandiloquente quando se trata de alardear os seus próprios feitos.  

Assim, quando um dos seus grumetes não consegue limpar o convés da forma que lhe foi determinada, ele põe em prática uma de suas inúmeras estratégias que buscam obilubilar o julgamento da população, promovendo a sua bem estruturada máquina de desinformação. Depois da fragorosa derrota que sofreu Arthur Lira, este recém-cooptado pela rede esquerdista, nada melhor que uma ação midiática contra quem efetivamente representa risco face à sua indiscutível popularidade. 

Neste caso, o efeito foi claro porque nesta 4ª feira que inequivocamente foi de cinzas para a súcia de Dirceu, o “trending topic” foi a “Venire”. A grande questão é: até que ponto é útil continuar a estratégia de perseguição a Jair? Me lembro de uma situação paroquial. 

Aqui havia uma revista chamada “Paraná em Páginas”, do saudoso jornalista Cândido Gomes Chagas, que perseguia de maneira incansável a Jaime Lerner. Jaime, por seu turno, ansiava pelas críticas de Candinho, porque dizia ele que “quanto mais era perseguido, mais os curitibanos gostavam dele” – o que foi um fato. Parece que no caso de Jair, a história se repete. 

O SUPREMO HIPERBÓLICO 

Com a estonteante derrota do Projeto da Censura de Lira, Orlandinho e demais, a sombra da possibilidade do Supremo voltar a legislar com base na extremamente oportunista “omissão legislativa”, volta a assombrar a liberdade de imprensa. Bom lembrar que em 2019 por ocasião da discussão dos crimes de homofobia, em face da demora da Câmara Federal, o Supremo tratou de decidir: a Câmara ainda uma vez foi omissa, e aplicou-se a ela a não menos famosa expressão “perdeu, Mané”! 

Claro, quando um poder permite que outro interfira na sua esfera de competência, está consolidada a invasão constitucional. Desta legislatura, se espera coragem mínima e responsabilidade para com o eleitor, para que este assunto seja votado e assim, sepultada a ânsia da esquerda e de ministros do Supremo que deram sugestões para o projeto de censura. 

LULLE, O HIPERBÓLICO DERROTADO 

Imagino que não seja demais – e muito menos espalhafatoso ou histriônico – escrever que, apesar de sua “vitória” em 2022, Lulle seja o grande derrotado de 2023. Com efeito, não ganha uma! Vejamos: seu ministério é pífio e de menor envergadura, o que avulta em muito quando se analisa o currículo do seu ministro da Fazenda. Desnecessário falar de Lupi, Moser, e Anielle (ministra da Igualdade Racial no Brasil). 

Em seus périplos internacionais, se comporta como aquele guri pequeno que pensa que é grande, e fica arrumando confusão na saída da escola. Vai que daí “toma um pedala Robinho”, e vai embora amuado, choramingando pra casa. 

Suas decisões internas, apesar de acolitadas pela imprensa engajada, são patéticas: como no caso dos 18 do salário mínimo, a se contrapor com o famigerado auxílio-reclusão. Sua hiperbólica contenda com o Banco Central, além de até então não ter nenhum resultado prático, só lhe traz profundo desgaste, porque só faz demonstrar a sua ignorância frente à economia de mercado como o dia a dia bem demonstra. 

Projetos de desenvolvimento nacional não têm destaque, e muito menos qualquer lembrança. Atrabilhário como poucos, quando não tem o que fazer, o que parece ser comum, ataca Bolsonaro e Moro; e nesta semana, chama o Presidente da Argentina para uma reunião que atropela a diplomacia e que aparentemente tinha como desiderato mais uma tunga do cisplatino no bolso do povo brasileiro. 

O pendor de Lulle para emprestar dinheiro dos brasileiros para “cumpanhêro” falido é notório: já emprestou para Venezuela, Cuba, países africanos, e todas dívidas sem pagamento e sem nenhuma garantia fora os charutos! 

O CONSELHÃO HIPERBÓLICO 

Para resolver todas as questões, Lulla recria o seu famoso “Conselhão”: na verdade se chama “Conselho de Desenvolvimento Social Sustentável”, e que é composto por 246 integrantes; e tem figuras como Eraí da Soja, Gilberto Tomazoni (CEO da empresa amiga JBS), Luísa Trajano do Magazine Luiza, Leila do Palmeiras, e Felipe Neto. Imagino uma troca de ideias entre Neto e Marcos Marinho Lutz, presidente do Grupo Ultra, ou com Robson de Andrade, Presidente da Confederação Nacional da Indústria. 

É claro que um Conselho sempre será importante, em especial se for de Adilson Monteiro Alves, aquele, o ex-presidente do Corinthians. Dos daqui destaco Cláudio Loureiro, publicitário e genro de Jaime Lerner, Sérgio Butka do sindicalismo e o jurista Wilson Ramos Silva, o Xixo. A alimentação estará garantida com as sugestões da indefectível chef Bela Gil. 

Confesso que senti falta do festejado advogado Rochinha. 

O PEDÁGIO HIPERBÓLICO 

“O governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou na quarta-feira (03), em Brasília, em encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro dos Transportes, Renan Filho, o documento que delega as rodovias estaduais do Paraná ao governo federal para a realização da nova concessão à iniciativa privada. É o maior projeto rodoviário em andamento no País. O documento permite à União incluir cerca de 1,1 mil quilômetros de trechos de rodovias estaduais no pacote a ser leiloado, de um total de 3,3 mil quilômetros que ficarão sob a responsabilidade da iniciativa privada pelos próximos 30 anos”.

O trecho entre aspas é da comunicação oficial do Governo!  

Para os amigos Junior tem confidenciado que o pedágio será certamente sua consagração. Honestamente espero que assim seja. Apenas lembro que ele está fazendo negócio com Lulla. O último paranaense que confiou em Lulla não sai do twitter chorando lágrimas de sangue! 

SECRETÁRIO ATUANTE 

O Secretario de Comunicação foi a Maringá. Então! Hiperbólico? 

GASTOS HIPERBÓLICOS NA ALEP

“Verba de Ressarcimento é o recurso destinado, exclusivamente, ao atendimento das despesas de custeio realizadas pelo deputado no exercício do seu mandato. As atividades do parlamentar vão além daquelas inerentes ao processo de apresentação, aprovação e fiscalização das Leis. O deputado é o representante da sociedade e sua permanência junto aos seus eleitores constitui fase importante do seu trabalho, seja para buscar nas suas bases de representação as demandas sociais, seja para levar a estas os resultados do exercício do seu mandato, pela prestação de contas das suas ações.” Esta é a descrição do site da Assembleia sobre o que significa o ressarcimento! 

Interessante frisar que visitei números de março de 2023. Para minha surpresa o ou a parlamentar que mais gastou, exatos R$ 51 mil reais têm residência fixa em Curitiba. Já o que menos gastou cerca de R$ 7 mil reais foi o Deputado Guerrinha! Se eu não conhecesse a madeira diria que Guerrinha trabalho pouco. Todavia sei que trabalha muito. Outro que economiza o dinheiro do povo é Tito Barrichelo!  

HIPERBÓLICO SEGUNDO HOUASSIS 

  1. que se vale de ou em que há hipérbole; exagerado. 
  2. relativo a hipérbole ou que tem a sua forma 

    ORAÇÃO DE OGIER BUCHI:  

Em favor da família de Renato Alberge, amém!

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