“ALIANÇA ATÉ COM O DEMÔNIO”! CRÍTICAS DE FILIPE BARROS A MORO SOBRE “O CAPIROTO” RELEMBRA A ALIANÇA DE REQUIÃO

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O deputado Filipe Barros (PL-PR), hoje um dos principais defensores da pré-candidatura de Sérgio Moro (PL-PR) ao governo do Paraná, passou a enfrentar cobranças nas redes sociais após usuários resgatarem antigas publicações em que atacava duramente o agora aliado Sergio Moro.

Em 2021, depois da saída de Moro do governo Bolsonaro, Filipe Barros afirmava que o ex-juiz “conspirava 24 horas por dia” contra o então presidente e dizia que Moro faria aliança “até com o capiroto” para tentar salvar a própria biografia política. Na mesma época, o parlamentar também decretava que a credibilidade da Lava Jato havia “ido para o ralo”.

Agora, alguns anos depois, o “capiroto” aparentemente virou detalhe secundário diante das conveniências eleitorais de 2026. Moro e Barros mostram que, na política, antigos desafetos podem rapidamente se transformar em companheiros de palanque quando há interesses eleitoreiros.

E estes interesses sempre fizeram parte da vida de Roberto Requião e seu filho Requiãozinho, que a cada eleição se aliam com que lhes dá algo em troca como o PT, mas vamos lembrar a famosa frase durante a campanha de 2002, quando Requião afirmou que, “sem abrir mão dos meus conceitos, faria aliança até com o demônio”. Uma declaração virou símbolo do pragmatismo político no Paraná — e, ao que tudo indica, continua extremamente atual.

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