ATÉ TU TANURE? CHEQUE SEM FUNDO DO BANCO MASTER, PODERÁ ANULAR PRIVATIZAÇÃO DA SERCOMTEL

GGRR

Nos corredores da Controladoria Geral da Prefeitura de Londrina, já é “consenso constatado” que o Fundo Bordeaux não aportou os 130 milhões de reais no caixa da Sercomtel.
Nos balanços da operadora, os 130 milhões entram (via Master) num dia, e saem no outro, na forma de aplicação em fundos e CDBs do próprio Banco Master.
Suspeita-se que o dinheiro nunca ficou e não foi investido na Sercomtel, inclusive, tal situação é objeto de investigação na Anatel.
Hoje a Sercomtel é um conjunto de prédios vazios, sem colaboradores, sem clientes e sem receita.
Na controladoria municipal, busca-se os responsáveis pelo município, na obrigação de fiscalizar o adimplemento das obrigações do Fundo Bordeaux na Sercomtel, nos termos do edital de privatização.
Constatado que os 130 milhões nunca entraram “efetivamente” na Sercomtel, ou que entrou apenas “contábil e artificialmente”, o negócio realizado na Bovespa poderá ser anulado.
O problema é que 90% das receitas e a totalidade das licenças Sercomtel foram transferidas para outros cnpj’s do grupo Ligga Telecom.
Seria esse o segundo escândalo envolvendo a Sercomtel e membros da família Belinati?
Antônio Belinati foi cassado pela Câmara Municipal de Londrina e preso pelo Ministério Público do Paraná (MPPR), por ter vendido 45% da Sercomtel para a Copel, por 186 milhões de reais, e esse dinheiro nunca entrou nos cofres da prefeitura.
O sobrinho Marcelo Belinati vendeu o restante da Sercomtel por 130 milhões, e não viu que o cheque do Banco Master não tinha fundos?
O imbróglio do Banco Master e da Sercomtel, poderão frustrar as pretensões eleitorais de Marcelo Belinati ao Palácio Iguaçu se a coisa degringolar em breve.
Além disso, pode dar muitas dores de cabeça à Cláudio Tedeschi, que permaneceu no conselho da privatizada Sercomtel, como olheiro da prefeitura, e que não viu que o cheque do Master era frio.
Um grupo de ex-funcionários da Sercomtel já sonham com uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) na Câmara de Londrina, bem como investigações do Ministério Público do Paraná (MPPR).
Rolo e confusão é a promessa dos próximos capítulos envolvendo Londrina, Banco Master e Sercomtel.

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONFIRMAM AS LIGAÇÕES:

A SERCOMTEL/LIGGA patrocina suas aplicações financeiras no Banco Master cujo dono oculto suspeita-se ser o mesmo que gere o Fundo Bordeaux que afundou a Sercomtel e Ligga – o carioca Nelson Tanure.

PERGUNTAR NÃO OFENDE: DO AROLDINHO NINGUÉM FALOU NADA???

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