BATOM NA TOGA: O ANO EM QUE O CARECA FOI PEGO COM A CALÇAS NA MÃO!

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Nos corredores do poder, a cena já ganhou descrição própria: Alexandre de Moraes teria sido flagrado com as calças na mão — não em sentido literal, claro, mas institucional. O ministro do STF aparece associado a uma articulação junto ao presidente do Banco Central em favor de um banco defendido pelo escritório da esposa, Viviane Barci de Moraes. Coincidência cara.

O detalhe inconveniente é o tamanho do negócio: R$ 129 milhões em contrato, com R$ 3,6 milhões pingando todo mês. Valor suficiente para a primeira dama do ditador ficar em segundo lugar em salário mensal recebido no Brasil, remunerações bem maiores que vários atletas.

Ministro do Supremo não despacha para banco, não protege faturamento familiar e não atua como corretor institucional de causas privadas. Ou melhor: não deveria. Quando isso acontece, o discurso sobre democracia vira figurino — e a toga, fantasia de conveniência.

Nos bastidores, a leitura é simples: Moraes foi longe demais e, desta vez, não deu tempo de vestir as calças antes que o constrangimento viesse a público. A pergunta que circula não é se houve conflito de interesses, mas quanto esforço ainda será feito para fingir que não houve.

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