BEBEU E DIRIGIU NA CONTRAMÃO? REQUIÃOZINHO É FLAGRADO DIRIGINDO MOTO DE ALTA CILINDRADA APÓS BEBER VODCA?

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O pré-candidato ao governo e deputado estadual Requião Filho (PDT-PR), com o nome real de Maurício Thadeu de Mello e Silva, foi alvo de críticas após imagens circularem nas redes sociais supostamente por ser visto pilotando uma supermoto após ingerir bebidas alcoólicas no último final de semana em Curitiba e adentrar uma rua na contramão, na Vila Isabel. De acordo com relatos e imagens de uma comanda de um estabelecimento comercial, o parlamentar teria consumido quatro doses de vodca antes de assumir a direção do veículo de alta performance — comportamento que configura crime de trânsito e coloca em risco a segurança de terceiros. Um comentário que circula nas redes resume o sentimento de parte da população: “A gente torce para que o Maurício Requião Filho tenha tomado somente as tônicas, porque beber quatro vodcas e pilotar uma supermoto é crime e pode provocar acidentes como muitos do passado, conforme publicou o site fatoseboatosdoiguaçu.com.   

 O vídeo do dito cujo circula nas redes sociais quando foi embora pela contramão!                                                  

ACIDENTES DA FAMÍLIA : QUE A POPULAÇÃO NÃO ESQUECE E NEM A FAMÍLIA DAS MOÇAS.

IMPACTO PR. relembra um acidente que ocorreu em 2003, quando João José de Arruda Junior, 25 anos, sobrinho do senador Roberto Requião (PMDB), admitiu em petição encaminhada ontem por seu advogado à Delegacia de Delitos de Trânsito que dirigia a caminhonete Ford Explorer azul, placa AJA1407, que se envolveu numa violenta colisão no centro de Curitiba, na madrugada de um sábado. No acidente, morreram Mariana Fagundes de Oliveira, 18 anos, e Naline Picolo, que completaria 18 anos em dezembro. Elas eram passageiras do veículo Astra GM, placa IEK- 2749, conduzido por Odilon Gonçalves de Jesus, 28 anos, que teve ferimentos leves. O advogado de Arruda Junior e do outro rapaz que estava em sua companhia, Juliano César Plois. Na época Roberto Requião afirmou que esteve no local do acidente e que retirou o sobrinho do lugar para que ele pudesse ser medicado, muitos alegaram na época que  Requião havia dado um carteiraço, mas não houve essas confirmações. O delegado criticou o procedimento do senador. ”Ele (Requião) não tinha o direito de tirar pessoas do local do acidente antes de a polícia fazer o seu trabalho”, advertiu Guaraci Joarez Abreu.

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