CAMPO LARGO: PROCESSO DO VEREADOR GUSTAVO TORRES DO SUSPEITO DESVIO DE MARMITAS E ENRIQUECIMENTO ILÍCITO TEM NOVA AUDIÊNCIA E O DIREITO DE RESPOSTA DO VEREADOR

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ATUALIZADA DIA 09/12/2025-

Uma novela que se arrasta há quase 8 anos na justiça, terá um novo capítulo no próximo dia 10 de dezembro, na 1ª Vara da Fazenda Pública de Campo Largo. O processo tem como autor o Ministério Público do Paraná e a principal causa é o enriquecimento ilícito de seis réus, que chega a um valor de R$ 2.312,445,12. Nesta ação que tem sido adiada por manobras jurídicas, consta o vereador de Campo Largo Luiz Gustavo Torres, que era o fornecedor das marmitas e não prestou o serviço devidamente além de recebimento em duplicidade conforme o processo 000912-68.2018.8.16.0026

O CASO:

Em 2018, a Justiça determinou o bloqueio de bens dos envolvidos na gestão 2013-2016 – por suspeita de desvio de R$ 284 mil em um contrato para fornecimento de marmita para servidores do município com a empresa de Luiz Gustavo Torres & Cia Ltda.

Determinado em uma ação por improbidade administrativa, à qual todos respondem na 1ª Vara da Fazenda Pública de Campo Largo, o bloqueio de bens foi estabelecido para evitar que os réus se desfaçam do patrimônio o que, em caso de condenação, não permitiria o ressarcimento dos danos aos cofres públicos. Para se ter uma ideia, uma das irregularidades apontadas ocorreu em outubro de 2015, quando a empresa disse ter fornecido 244 marmitas na Central de Luto e na Rodoviária do município.

No entanto, o órgão de controle interno do município apurou que deveriam ter sido entregues apenas 131 marmitas, uma diferença de 113 itens. Para o MP, esse valor excedente de alimentação não fornecida foi pago indevidamente.

Também foram apontados indícios de desvio de dinheiro por meio de subcontratação de uma empresa para fornecer marmitas a trabalhadores de distritos rurais de Campo Largo.

LÍNGUA É O CHICOTE DA BUNDA!

Conforme a ação, a empresa Luiz Gustavo Torres & Cia Ltda. recebeu indevidamente R$ 284.823,14 na época, mas até agora com todo o trâmite processual nada foi ressarcido e o vereador continua cobrando  serviços e ações de todas os órgãos públicos nas redes sociais como se fosse um SHOM MAN sem contar desse processo das marmitas.

Os eleitores de Gustavo Torres também deveriam cobrar essa transparência e a firmeza na postura do homem público, porque falar da administração , criticar  serviços na saúde, educação é fácil como ele  faz em seus vídeos, mas  ressarcir ao município até agora nada.

Lembrando que o site G1 em 2018, informou que os bens foram bloqueados e o processo se arrasta até hoje, quase 8 anos e nada do pagamento de toda a tropa que está no processo.

E AGORA ?

PARA UM  VEREADOR QUE PREGA TANTO A TRANSPARÊNCIA E LISURA NA COISA PÚBLICA, POR QUE NÃO ABRIR MÃO DO SALÁRIO DE VEREADOR E PAGAR ESSA CONTA ?

SERÁ QUE NO DIA 10 DE DEZEMBRO ELE VAI DAR UMA SATISFAÇÃO AOS MORADORES DESTA DEVOLUÇÃO?

DETALHES DA AÇÃO:

ATA DO DIA 24 DE SETEMBRO QUE NÃO SE TEVE NADA RESOLVIDO !

NOVA AUDIÊNCIA : O POVO DE CAMPO LARGO ESPERA ANSIOSO ESSA DEVOLUÇÃO!

DIREITO DE RESPOSTA – Assunto: Pedido de Direito de Resposta – Lei nº 13.188/2015

Vereador Luiz Gustavo Torres apresenta sua versão sobre processo das “marmitas” e contesta matéria divulgada sem ouvir sua defesa

O vereador de Campo Largo, Luiz Gustavo Torres, divulgou nesta semana sua versão oficial sobre o processo nº 000912-68.2018.8.16.0026, que tramita na 1ª Vara da Fazenda Pública do município, e que foi tema de uma matéria publicada recentemente por um site local.

Segundo o vereador, a reportagem apresentou informações “incompletas e parciais”, além de ter sido publicada sem que ele fosse procurado para prestar esclarecimentos — procedimento básico em qualquer apuração jornalística.
“Tenho direito à verdade dos fatos”
Luiz Gustavo Torres afirma que sempre esteve à disposição da Justiça e dos órgãos de controle desde o início da ação, e destaca que sua defesa tem sido apresentada dentro do devido processo legal. Ele contesta trechos da publicação que, segundo ele, “não representam o que realmente ocorreu” durante a execução do contrato de fornecimento de refeições firmado na época.
“Publicar uma matéria sem ouvir todas as partes distorce a informação e induz a população ao erro. Eu jamais fui procurado para apresentar a minha versão antes da publicação. Tenho direito à verdade dos fatos, e a população merece uma comunicação séria e responsável”, afirmou o vereador.
Sobre as refeições: empresa não tinha controle sobre quem tinha direito
O vereador explica que, durante o período do contrato, a Prefeitura de Campo Largo entregava marmitas para pessoas e setores que não tinham direito ao benefício, prática que só foi identificada posteriormente pela Controladoria do Município.
Segundo ele, o fornecedor não tinha poder ou obrigação legal de fiscalizar quem era ou não autorizado a receber refeições, pois essa responsabilidade era exclusiva da Administração Pública contratante.
“Minha empresa entregava as refeições conforme o que era repassado oficialmente pelos setores da Prefeitura. O fornecedor não tem acesso à escala interna de servidores, nem às permissões administrativas para saber quem tem ou não direito ao benefício”, esclarece.
A diferença de quantidades veio de falhas administrativas internas
Torres explica que a diferença apontada em uma das datas — 244 refeições lançadas versus 131 previstas — decorreu de informações repassadas pela própria administração, e que a empresa não tinha autonomia para alterar ou questionar os números que lhe eram oficialmente entregues.
“Isso foi detalhado no processo. A Controladoria detectou irregularidades internas na Prefeitura, mas atribuir ao fornecedor a responsabilidade por permissões administrativas da gestão é um erro técnico”, afirma.
Sobre a subcontratação para entrega em área rural
Outro ponto citado de forma incompleta na matéria diz respeito à chamada “subcontratação”. O vereador explica o contexto:
Para atender servidores que trabalhavam a mais de 60 km da sede da empresa, em área rural, a empresa optou por contratar uma moradora local para cozinhar e entregar refeições frescas, garantindo qualidade e logística adequada.
“Isso não gerou prejuízo ao município nem violou a finalidade do contrato. Foi uma solução operacional para garantir comida quente a trabalhadores que estavam muito longe da zona urbana. Não houve benefício indevido, superfaturamento ou qualquer forma de irregularidade”, apontou o vereador.
Processo ainda sem decisão final e com total colaboração da defesa
Torres pontua que o processo tramita há anos e ainda não tem sentença, e que todas as suas manifestações foram apresentadas dentro da legalidade.
“Confio na Justiça. Tenho colaborado desde o início e não há qualquer decisão que me condene. É importante que isso seja dito com clareza, porque o que se vê em algumas publicações é uma tentativa de criar narrativa política, não de informar”, disse.
Vereador afirma que publicação tem motivação política
“Desde que assumi como vereador, tenho desempenhado uma fiscalização séria, principalmente em áreas como saúde, obras e contratos. Isso incomoda parte da estrutura do poder, e não é coincidência que certas publicações apareçam justamente agora”, declarou.
Compromisso com a transparência
Por fim, Torres reafirma que sua vida pública e privada sempre esteve pautada na transparência, na responsabilidade e no respeito aos recursos públicos.
“Estou aberto a prestar qualquer esclarecimento à população e aos órgãos competentes. O que não posso aceitar é ter meu nome usado de forma distorcida por quem tenta me atingir politicamente. A verdade prevalecerá”, concluiu.

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