Mesmo com um estoque de caixa de lenços no final, as ações já devidamente negociadas na bolsa e o dinheiro no caixa do Paraná e da Copel recheado de verdinhas, a luta para travar a venda das ações mesmo com o Tribunal de Justiça do Paraná negando a suspensão da venda das ações da Copel, a luta dos inconsoláveis continua.
A vergonha maior na semana passada foi aquela do ex-funcionário da Copel, acatada por Mauricinho Requião e dos próprios deputados petistas que acabaram levando um indeferimento escrachado pelo presidente do Tribunal de Contas. A tentativa do despacho feito com caldo Knorr de Mauricinho foi vexatória e caiu por terra, fazendo com que o time de derrotados partisse ao Supremo Tribunal Federal, com um pedido de tutela provisória incidental numa ADI (Ação de Inconstitucionalidade) assinada pela deputada federal Gleisi Hoffmann, a presidente do PT e que já está no colo do ministro Luiz Fux.
Ainda há no Tribunal de Justiça do Paraná duas ações que tentam derrubam a sentença de Fernando Guimarães do TC, mas deves ser infrutífera em função do fraco embasamento, alegando que houve usurpação da corte e abuso de poder por parte de Guimarães.
Alguns deputados tentaram de todas as formas contatos com os relatores dos processos aqui no Paraná, mas deram com a porta na cara e já estão quase “ENTREGANDO OS BETES”, como diziam os antigos nos jogos de criança.
O QUE DÓI PARA OS PETISTAS
O que mais dói para os deputados do PT é que se aqui no Paraná, eles jogam tudo do contra, mas lá em Brasília a imagem é outra. A prova disso é que após a venda das ações na Bolsa de Valores Ratinho Jr. recebeu uma ligação do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, parabenizando pela venda e que não pode comparecer porque estava no Paraguai na posse do presidente Santiago Peña no país vizinho. Outro que fez questão de estar presente foi o Presidente do PSD, Gilberto Kassab, que hoje atua como Secretário de Governo e Relações Institucionais do governo de Tarcísio Freitas no evento da bolsa.