Com muito batuque e sambistas, Rafael Greca lança pré-candidatura ao governo do Paraná em clima de festa!

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O ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (MDB) lançou sua pré-candidatura ao governo do Paraná neste sábado (20). O evento foi realizado na Sociedade Thalia e foi aberto ao público que lotou as dependências do clube para declarar o apoio ao pré-candidato do MDB. Este foi mais um sinal de prestigiamento e a maior demonstração de que a candidatura está fortalecida, foi o discurso e a presença do presidente nacional do partido, Baleia Rossi .

O evento na Sociedade Thalia contou com vários representantes e militantes políticos do partido como Sergio Souza, Anibelli Neto, Renato Adur, Junior Weiler , Pier Pietruzello, Alvaro Dias, Antonio Anibelli, Orlando Pessuti, Alvaro Dias, Tercílio Turini, Jocelito Canto do PP e diversos vereadores que vieram do interior para dar apoio ao pré-candidato do MDB. Todos fizeram discursos entusiasmados com pré-candidatura e dizem que Greca será o rival de Moro no segundo turno nas eleições.

GRECA BRINCOU NAS REDES SOCIAIS COM O ALERTA DE MISANTROPIA NOS CELULARES:

“EXTREMO. Recebo com gratidão e senso de responsabilidade as
manifestações de apoio à minha pré-candidatura ao Governo do Paraná”,
escreveu. A frase é uma referência ao disparo não programado de uma
mensagem de “alerta extremo” por meio do Defesa Civil Alerta –dispositivo
utilizado pelo órgão para alertar sobre eventos climáticos, como fortes
chuvas ou ventanias– na madrugada de sábado.

CARREIRA

Rafael Greca de Macedo, nascido em Curitiba em 17 de março de 1956, é
economista e engenheiro. Foi vereador, deputado estadual constituinte,
deputado federal e prefeito da capital paranaense, além de ministro do
Esporte e Turismo no governo de Fernando Henrique Cardoso. Foi prefeito de Curitiba de 1993 a 1197, 2017 a 2020 e de 2020 a 2022.

SAIU DO PSD
O ex-prefeito havia se desfiliado do PSD em 19 de março de 2026. À época,
disse ao Poder360 que a mudança não se deu por falta de espaço para sua
pré-candidatura no partido. Declarou à época que a migração para o MDB
visava a agregar partidos à campanha do governador Ratinho Jr. à
Presidência da República. “O motivo é fortalecer a campanha presidencial
do governador Carlos Massa Ratinho Junior, porque com 1 partido só, ele
não pode ser candidato a presidente”, declarou.
Dias depois, em 23 de março, o governador do Paraná desistiu de concorrer
ao Palácio do Planalto e decidiu completar seu mandato no Palácio Iguaçu.

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