COMEÇA A CORRIDA ELEITORAL

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A partir do próximo dia 5 de agosto, definidos os candidatos em convenções partidárias, iniciará a grande corrida eleitoral que nos levará, como eleitores, a correr, também, até as urnas, para votar naqueles que terão a nossa preferência em outubro de 2022.

Com a responsabilidade de escolher novo Presidente da República e seu respectivo vice, novo governador e vice, dois senadores, 30 deputados federais e 54 deputados estaduais, nós paranaenses precisamos estar atentos para o comportamento dos candidatos que colocam para nosso julgamento os seus currículos e, os planos que prometem cumprir a partir do momento em que assumirem os cargos para os quais estão concorrendo.

A contagem regressiva para o momento decisivo desta corrida já começou faz algum tempo, permitindo, inclusive, que durante esta prévia pudéssemos desde já ir analisando comportamentos e indicações em relação àqueles que colocam seus nomes para uma decisão eleitoral.

Depois de uma crise política que se instalou no país desde 2014 quando se consumou o impeachment presidencial, passamos a conviver com denúncias e revelações de escândalos que praticamente mergulharam em um verdadeiro mar de lama da corrupção. 

A maioria dos nossos políticos, em níveis nacional, estadual e municipal, com revelações que na forma de uma lava jato começou a fazer uma faxina que ainda não se consumou totalmente, pois o STF- Supremo Tribunal Federal fez o corporativismo liberando ex-presos a participarem das eleições.

Mesmo condenados em segunda instância, partidos terão candidatos que foram carimbados como Ficha Suja, mas poderão participar livremente como se fosse um documento qualquer a ser desobedecido pelos poderosos.

Mas está chegando a nossa vez e será a hora que poderemos mudar todo este quadro, desde que mudanças radicais aconteçam, afastando os maus políticos do poder de decisão.

Claro que as mudanças, por enquanto, se mostram muito tímidas, o que faz aumentar a nossa responsabilidade de examinar, desde já, quem realmente tem condições de permanecer na vida pública, embora fique cada vez mais claro que precisamos colocar não apenas os bonzinhos, mas sim os melhores para ocupar os cargos que nos representem na vida pública.

A partir de agora fiquemos atentos porque, se o político tem uma responsabilidade para conosco, os eleitores, temos uma resposta maior com o país que pretendemos seja bem representado por seus homens públicos.

A DIREÇÃO

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