Uma verba mensal da ordem de R$ 31,7 mil garante aos deputados estaduais as condições para gastos com a “ bóia “, quando em atividade parlamentar. No entanto, mesmo que estejam em recesso os dito cujo usam e abusam dos gastos, tanto que a ONG Vigilantes da Gestão Pública, pegou no contrapé alguns parlamentares. Todos, é claro, explicam, mas não justificam. Denunciados ao Ministério Público foram os deputados Plauto Miró Guimarães, Frabncisco Buhrer, Anibelli Neto, Ricardo Arruda, Paulo Litro, Wikmar Reichembach, Professor Lemos, Hussein Bakri e até o Felipe Francisquini, que hoje é deputado federal mas deixou por aqui uma continha de mais de R$ 100 mil reais que precisa ressarcir porque o MP decretou bloqueio de bens de todos estes parlamentares.

Tudo por conta da verba de alimentação, gasta em restaurantes comuns, lanchonetes e até locais mais sofisticados com vida noturna e etc. Neste último caso, dizem, a refeição ocorreu em casa noturna porque não havia mais restaurantes abertos no retorno do deputado e sua comitiva. A maioria dos gastos nunca foi com bandejão de prato feito mas sempre refeições mais sofisticadas, claro. Com a determinação do sequestro de bens todos correm para se explicar e a direção da própria Assembleia responde até que tem pelo em ovo.