fonte: https://www.metropoles.com/
O site METROPOLES publicou neste sábado (20), uma matéria que aborda um repasse específico que une parlamentares de São Paulo e do Paraná, para além do uso do antigo cargo de delegado como nome de urna e a militância na causa animal. Os deputados Bruno Lima (Podemos-SP) e Matheus Laiola (União-PR) destinaram mais de R$ 11 milhões, cada, para a Associação Catarinense de Gestão Hospitalar, Conhecimento e Assistência Social (CHC).
Tanto no Paraná, como em São Paulo, as emendas são usadas para viabilizar o Castra+. Programa que percorre cidades dos estados com ambulatórios veterinários móveis para castração e microchipagem de cães e gatos. O Castra + é executado pela CHC, contratada por meio de convênio com o Ministério do Meio Ambiente (MMA).
Além desse programa, a organização tem contratos em diversos governos estaduais e municípios. Em Itapema (SC), cidade ao lado de Itajaí, onde a organização é sediada, os repasses à entidade foram suspensos pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-SC).
Ao Metrópoles Bruno Lima (à esquerda na foto em destaque) disse que a responsabilidade do contrato é do Ministério do Meio Ambiente e que desconhece as investigações contra as empresas citadas. Já Matheus Laiola (à direita na imagem) afirmou que “não tem conhecimento algum de irregularidades na execução”.
Denúncia contra CHC
A denúncia no TCE-SC aponta uma série de suspeitas de desvio, como uso de contratos para manutenção da sede da entidade e locação de veículos supostamente superfaturados.
A organização também teria usado o contrato com o município para contratar a empresa de consultoria de João Paulo Silva, irmão de Guto Silva, ex-secretário do governador Ratinho Jr (PSD).
A organização também contratou o escritório de advocacia de Olimpierri Mallmann, que foi até 2025 presidente do PSD de Balneário Camboriú (SC), cidade vizinha à sede da organização social.
FONTE: https://www.metropoles.com/sao-paulo/deputados-pet-emenda-investigada#goog_rewarded
